segunda-feira, 27 de outubro de 2014

6º Conto - Contos de terror

Era 31 de outubro, dia das bruxas. Já era fim de tarde e Adriano se preparava para a melhor festa a fantasia da região, a Halloween Party que sempre acontecia no clube do bairro dele. A festa desse ano seria diferente, Adriano iria acompanhado pela primeira vez nos seus 25 anos com sua namorada Alice de apenas 19 anos.

Adriano era moreno com seus 1,85m, magro não tinha nem de longe o porte físico atlético, cabelos crespos sempre curtos e bem cuidados, mas possuía um par de olhos azuis que sempre atrai as garotas (para ser sincero seu único atrativo físico). Este ano já havia decidido sua fantasia, Conde Drácula, com roupas toda preta, uma capa preta com o fundo vermelho e havia pedido para que sua mãe fizesse a maquiagem nos olhos (olheiras profundas) e na boca (uma tentativa de representar o restante do sangue de alguma vítima). Pelo sou porte físico cadavérico, a fantasia caiu como uma luva.

Assim que estava pronto, por volta das 23:00h decidiu buscar Alice, que fez um belo suspense sobre qual seria sua fantasia. Ao parar o carro em frente ao prédio de Alice, Adriano ligou para celular dela. Alice afirmou que em 5 minutos desceria, mas como as mulheres gostam de se arrumar, Adriano já imaginava que teria que esperar um bom tempo. Então reclinou seu banco, colocou um rock para tocar e relaxou. Relaxou tanto que cochilou. De repente, ouvi duas batidas fortes no vidro do carro e dá um pulo do banco. Olha para os lados assustado e então, quando recobra a consciência, percebe que do lado do carro haviam uma bruxinha sexy. Era Alice, com vestido preto e roxo, colado ao corpo complementado por uma meia-calça preta com uns rasgos propositais e um chapéu pontiagudo. Na mão levava um galho retorcido que segundo ela era sua varinha. Ela não possuía um corpo de modelo, era uma gordinha, falsa magra, com seios fartos, coxas grossas e bundinha arrebitada. Os seios de Alice sempre tiravam Adriano do sério.

Após algum tempo encarando Alice, ele perguntou:

- Tem algo errado com minha roupa? - e pôs a olhar para procurar alguma falha ou erro.
- Não, ao contrário, você está maravilhosa. - disse ele com cara de bobo.
- Hum! Que bom! Nem precisei lançar um feitiço e você já está sobre meu encanto. Gostei! - ri e entrou no carro.

Saíram para a festa. Conversaram no caminho. Adriano fez mil elogios para a namorada. Alice sorria. Parecia satisfeita por ter feito seu homem feliz. Mais satisfeita porque com aquela fantasia iria arrasar na festa.

Chegaram e entraram na fila. Mesmo de longe Alice viu duas amigas de faculdade. Verônica e Marcela. Ambas fantasiadas de bruxinhas sexy. Adriano olhou aqui e achou engraçado, chegando a dizer:

- Será a convenção das bruxinhas safadas hoje à noite? - riu e beijou o rosto de Alice.
- Quem sabe? Se nos animarmos vamos fazer o nosso ritual secreto! - Alice riu e olhou para Adriano.
- Ah é? Posso participar? - diz ele.
- Claro que não! Homens são proibidos! A não ser que seja nosso sacrifício. - e deu uma risada diabólica que causou uma crise de risos em Adriano.

Verônica era o estereótipo de patricinha, loira, siliconada, corpo cultivado na academia, no auge dos seus 20 anos. Marcela tinha 18 anos, era mais atirada, era baixinha, com seios médios a pequenos, corpo perfeito, mas tinha algo estranho no seu jeito, algo que deixava Adriano com a pulga atrás da orelha. As três meninas cursavam cursinho pré-vestibular. Um dia ele havia perguntado para Alice:

- Amor, a sua amiga, Marcela, ela gosta de mulher? - disse intrigado.
- Ah meu bem, ela é complicada! Nunca sabe o que quer! Lembra-se que até o mês passado ela namorada o Leonardo? - respondeu meio que querendo desconversar.
- Lembro. Mas sei lá, as vezes ela olha para você e para a Verônica do mesmo jeito que eu te olho. 
- Dri, não esquenta com isso não. Mas para matar a sua curiosidade, ela já ficou com outras garotas sim. Por favor, isso era segredo não conta para ninguém. - implorou Alice.
- Tudo bem! Minha boca é um túmulo.

Mesmo mantendo o segredo, aquilo nunca saiu da sua mente. Será que um dia ele veria a Marcela pegando a Verônica ou mesmo rolaria um ménage. Eram as perguntas que surgiam sempre que a Marcela aparecia.

Entraram na festa e se encontraram com as garotas que por incrível que pareça estavam sozinhas. A festa estava muito boa. Decoração apavorante, teias de aranha por todo lado, música tocando, a luz negra que dava uma sensação de estarem nas trevas. Aquilo foi o máximo, dançavam os 4 como se não houvesse mais ninguém na pista. Até que Adriano saiu para comprar bebida e Marcela o acompanhou. No balcão, pediram 4 doses de vodka com energético e uma água. Enquanto as bebidas não chegavam, e devido ao estado "meio-alcoolizado" de ambos Adriano soltou a pergunta:

- Marcela, porque não está acompanhada. Você é linda, maravilhosa, perfeita! - ele disse.
- Ah! Difícil né? Ela não se decide. - ela respondeu sem pensar.
- Hein?! Ela? - quase engasgou com o susto.
- É a Verônica é muito mais indecisa que a Alice. - nesse momento parece que ela havia tomado um choque e viu que tinha falado demais. Mas por sorte as bebidas tinham chegado, pegou 2 doses e foi embora.

Demorou um tempo para que Adriano pudesse mover suas pernas. Não sabia se era choque ou tesão. Mas havia algo estranho com ele. Pegou o resto das bebidas e foi se encontrar com as garotas. Ficou meio quieto ao chegar. Então Alice perguntou o que havia acontecido:

- O que houve meu bem? Está estranho - perguntou com medo da resposta, pois conhecia bem a Marcela.
- Contei que já nos pegamos Alice. - respondeu Marcela como se fosse tudo normal para o casal.
- Ai meu Deus! Dri, desculpa não ter falado, mas a gente era mais nova. Foi em um dos nossos rituais de bruxas. Brincadeiras de adolescentes. - Alice estava super encabulada.
- Ei, gente vamos parar com isso! Não vamos brigar nem discutir a respeito disso. - disse Verônica tentando colocar panos quentes sobre o mal-estar que se instaurou entre eles.
- Poxa Alice! Poderia ter me contado! Não tem problema isso não. Até dá um tesão! Mas o que me deixa chateado é a mentira. Agora, você gosta da Marcela? - disse Adriano totalmente desconcertado.
- Lógico que não! Gosto de você! Aquilo é só uma parte do ritual! Gosto de homem! Mas brincar com mulher é bom... Eu gosto de pau, Dri. - respondeu Marcela transparecendo a sinceridade que só uma verdade tem.
- Tá bem! Vamos fazer o seguinte, se um dia me deixarem ver como é esse ritual eu vou perder as neuras e desconfianças tá bem? - disse da forma mais cínica e safada possível.

Marcela achou a melhor ideia do universo. Era o jeito mais rápido de pegar a Verônica. Então propôs:

- Olha meninas! Como eu fiz a cagada meu disponho para resolver. Acho que Alice também vai. Mas como vocês sabem precisamos de 3 bruxas, a tríade. Você topa Verônica? - intimando a garota.
- Não quero que ele me veja daquele jeito! - respondeu em desaprovação Verônica.
- Mas Vêzinha do meu coração é para ajudarmos a Alice. - Marcela tentou convencer Verônica.
- Tá bem! Mas ele tá proibido de levar celular e não pode me tocar. - concordou a garota.
- Bom se estamos todos de acordo, vamos para minha casa, podemos fazer o ritual no quintal.

Então saíram da festa e rumaram para casa de Marcela. Ao chegar, guardaram o carro na garagem e as garotas pediram para que Adriano ligasse o farol do carro para iluminar o ritual, já que não conseguiriam fazer uma fogueira em tão pouco tempo. Alice disse:

- Meu bem vamos fazer o ritual. Vamos nos preparar. Enquanto isso aguarde aqui até chamarmos você para o sacrifício. - tentou dar a gargalhada maligna de novo e mais uma vez fez Adriano rir.
- Vamos minhas bruxas! - chamou Marcela.

Elas entraram na casa de Marcela. Durante esse tempo Adriano foi se preparando. Tirou a capa, a camisa e os sapatos. Ficando só de calça. Foi quando ouviu uma música medieval, celta, não sabia distinguir. Viu as garotas saírem da casa só de calcinha, com umas cestas de frutas, velas e outras coisas que na escuridão ele não conseguiu ver. 

Verônica organizou as cestas com frutas no meio do quintal. Marcela acendeu as velas de forma com que as pontas formassem um pentagrama. Alice foi trazendo lençóis e travesseiros e foi espalhando pelo chão. Quando estava tudo pronto. Começaram a dançar, de mãos dadas, ao redor das frutas, cantando coisas que Adriano não conseguia entender. Os seios delas iluminados pelas velas e o farol do carro o deixou com pau duro e sensação que ia gozar sem precisar encostar um dedo nele.

Até que as cantorias cessaram. As três jovens se abraçaram. E então começaram a se beijar. Um beijo triplo. Adriano só havia visto isso em vídeos pornôs e sabia que naquele dia, naquela hora, era o homem mais sortudo do universo. Esperou no carro. Queria sair correndo e entrar no meio delas, mas aguardou. Viu as garotas deitando nos lençóis e almofada e se pegarem. Parecia que dariam um nó. Passou um tempo e Verônica saiu do meio da bagunça. Foi em direção do carro segurando um pano, abriu a porta e disse:

- Agora venha. Mas antes feche os olhos. - com a voz mais sensual do mundo.

Ele fechou os olhos e Verônica o vendou. Quando estava fora do carro. Verônica o abraçou e deu um beijo sutil nos lábios dele e sussurrou:

- Você vai ser nosso sacrifício. Então não tem direito de escolha sobre o que acontecerá com você, como também só poderá reagir quando mandado. - e lambeu a orelha dele antes de se afastar.
- Sim senhora! - respondeu Adriano.
- Agora, antes de irmos até nosso centro do ritual, tire toda a roupa. Homem só pode entrar lá nu. - disse ao menos tempo que passava a mão sobre o pau de Adriano.

Ele não respondeu. Tirou as roupas que ainda estava vestindo rapidamente. Então caminharam até que Adriano pode sentir nos pés que pisava no lençol. Então Verônica tirou a mão dele e o deixou em pé, indefeso. Do nada sentiu uma mordida no seu ombro, mas mesmo assim se manteve como uma estátua. Em pé. Aguardando a ordens das feiticeiras.

Outra mordida, agora na mão esquerda. Agora uma lambida na coxa direita. Foi nessa hora que Adriano entendeu, TODAS as três estavam abusando dele ao mesmo tempo. Ele se chocou, pois Verônica deveria ter mudado de ideia após o ritual, o que mais prevalecia era o tesão do momento.

Então sentiu o bico do peito de alguma delas roçou suas costas. Então alguém o abraça por trás. Sentia os peitos durinhos, pareciam siliconados, e entendeu que seria Verônica. A mão dela, desceu até pegar o pau dele. Começou a punhetá-lo e na mesma hora alguém o abraça pela esquerda e começa a beijar a Verônica. Pensou que era a Marcela, mas quando sentiu a barriguinha da Alice. Nessa hora ele gelou. Até que a boca da terceira encontra seu pau. Então Adriano ficou desnorteado, já pelas suas contas era Marcela que estava chupando ele. E estava certo. Marcela chupar seu pau muito bem, com a cadência perfeita, bem melhor que Alice, que sempre foi muito afoita. Então Marcela chupava, Verônica cuidava das bolas com sua mão, as vezes apertava até doer. Mas era uma dor prazerosa para ele.

Passou um tempo e os papéis se inverteram. Sentiu que a garota de trás, se moveu para frente. Verônica iria chupá-lo. Marcela o abraçou de lado e Alice foi para suas costas. Então começou novamente. Adriano achava que não aguentaria por mais tempo aquilo e gozaria a qualquer momento. Então subitamente, Verônica parou de chupar e se afastou. Quando se aproximou de novo, pegou mão de Adriano e a levou para sua buceta. Marcela fez a mesma coisa com a outra mão de Adriano. Alice se aproximou de seu ouvido e disse:

- Agora deita. Vamos passar para o próximo passo.

Então ele deita. Então uma delas sentou-se no seu pau. Começou a cavalgá-lo. Ele ficou alucinado. Queria participar, passar a mão nela e descobrir quem estava sentada no seu pau. Mas, antes disso, outra senta na boca dele. "Obrigando-o" a chupar sua buceta. Então começou a chupar a buceta mais molhada que já havia provado. Tinha um cheiro maravilhoso. Mas não sabia de quem era. Nesse momento, mesmo se fosse de Alice ele não reconheceria. Chupou com gosto aquela deliciosa buceta. Mas sentiu ao mesmo tempo que estava quase gozando. Então fez um gesto com a mão. E pareceu que elas haviam entendido. As duas se levantaram e então uma delas falou:

- Rápido peguem o copo.

Então o pau de Adriano dentro do copo. Uma delas começou a punhetá-lo afim de retirar o leite do pau dele. Até que gozou muito. Litros, era o que parecia. Enquanto se recompunha, sentiu que uma delas retirou a venda de seus olhos. Nesse momento Marcela estava em pé com o copo cheio de porra. Ele começou a dizer:

- Irmãs! Esse é o líquido da vida! Tiramos do nosso sacrifício! Agora vamos bebe-lo para completarmos o ritual.

Marcela deu uma golada e passou para Alice. Ela bebeu e passou para Verônica que bebeu tudo até o fim. Marcela limpou o rosto de Verônica que havia deixado um pouco de porra escorrer no ombro. Nessa hora, Marcela disse mais uma vez:

- Agora irmãs vamos honrar nossos deuses. Vamos gozar em sua homenagem. - rapidamente virou-se para Verônica e a beijou. 

Ao ver que as garotas estavam se pegando na sua frente Adriano ficou com o pau duro novamente. Mas Alice interrompeu:

- Nada disse meu amor! Já teve um pouco de cada uma delas essa noite! Agora é nossa vez de honrar os deuses da floresta! Me faça gozar. - Sentando no pau dele.
- Claro minha bruxa! Seu feitiço me pegou de jeito. - riu e fez uma expressão de prazer completo.

Ela começou a pular em cima dele. Ele pegava seus peitos e os apertava, passava sua cara neles, os beijava, lambia, chupava o bico. Depois desceu sua mão até a cintura de Alice e foi comandando seus movimentos. Nisso sentiu que Alice estava começando a gozar. Suas costas ficaram úmidas e geladas. Sua pele estava arrepiada. Então olhou para cara dela que estava contraída. Nessa hora ela parou tudo e gemeu repetidas vezes: "Ai ai! Ai ai! Tô gozando!". E por fim desabou sobre Adriano.

Ao olhar pro lado viu as duas garotas se beijando. Marcela com a mão entre as pernas de Verônica. Verônica se movimentando descontrolada no lençol e gemendo. Era o sonho de Adriano se tornando realidade. Então a patricinha gozou. Marcela, virou-se e olhou para Adriano. Sorriu. E continuou a beijar Verônica. 

Quando todos já estavam descansando Adriano tentou perguntar coisas sobre o ritual e as garotas responderam apenas:

- Isso é secreto! Você já teve a oportunidade de participar, então sinta-se um privilegiado! Nada mais será respondido.

Então começou a clarear o dia. Já eram quase 05:00h e todos levantaram e se preparam para sair. Mudaram de roupa e entraram no carro Adriano, Alice e Verônica. Marcela foi se despedir. Deu um beijão na Verônica, estilo hollywoodiano. Um beijo na boca de Alice de leve. Para a surpresa de Adriano, beijou sua boca também, um selinho e disse:

- Não se acostuma bonitão! Isso é, para quem sabe, querer ser nosso sacrifício de novo! - piscou e foi embora.

Adriano não sabia como reagir. Mas olhou para Alice que estava super feliz e foram embora. Deixaram Verônica em casa, que como Marcela, os beijou também.

Então pararam em frente ao prédio de Alice. Se beijaram. Antes de sair Alice diz:

- Ah, já ia me esquecendo! Na próxima noite de lua cheia vamos realizar outro ritual. Se as meninas toparem e você quiser... - dizia Alice.
- Com certeza meu amor! Conte comigo SEMPRE!!! - Adriano interrompeu Alice.

Ela sorri e vai embora com sua roupa de bruxinha sexy e sua varinha na mão.

by Senhor Silva

sábado, 18 de outubro de 2014

5º Conto - Stripper da webcam

Mais uma tarde quente, de top e short, Larissa passa o dia em casa, entediada, só esperando o término da sua licença referente a um braço quebrado fruto de uma brincadeira com seu sobrinho termine e que ela possa retornar ao seu trabalho.

Larissa é professora de história no Colégio e Curso Ideal, um dos melhores da cidade. Com seus 43 anos, é uma mulher madura, linda, seu corpo é enlouquecedor. Vários alunos a chamam de MILF, a professora mais gostosa. Loira, peitos durinhos, corpo com tudo no lugar, bunda redonda. Sempre atrai os olhos dos mais jovens. 

Porém quem atrai os olhos de Larissa era Pedro, seu vizinho, moravam no mesmo andar, lado a lado para ser mais exato. Pedro era jovem, devia ter uns 25 a 28 anos, trabalhava em uma empresa de informática, não era um exemplo de homem malhado, mas também não era gordo. Tenha era loiro, com aspecto germânico, vivia dentro de casa estava sempre trabalhando ou jogando no seu computador.

Larissa realmente não entendia de onde vinha esse tesão que sentia toda vez que via Pedro. Seus quarto ficavam de frente um para o outro e não foram rasas as vezes em que Larissa pegara Pedro, entre partidas de futebol no computador, navegando em sites pornôs e com garotas fazendo strip pela webcam. Ela achava aquilo tudo uma bobeira e não entendia como alguém poderia perder horas ali, naquela bobeira. Mas o que mais chamava a atenção era que ele só conversava e via vídeos de mulheres maduras. Provavelmente era isso que a excitava.

Numa dessas tardes quentes, Larissa decidiu entrar em um desses sites só para ver como era. Conversou com uma stripper, Pamela, linda morena uma das mais procuradas no site. Elas conversaram, trocaram histórias e Pamela decidiu fazer um show para Larissa. A loira se excitou, não pela morena, mas pelo show. Entendeu porque o Pedro gostava também.

Seu interesse começou a aumentar e decidiu que iria conseguir aquele loiro até o fim da sua licença (que acabaria em 5 dias). Primeiro ela decidiu que iria puxar papo com ele e ver do que ele gostava. Então ficou em casa, sabia que ele chegava todos os dias as 17:00h e que saia para comer por volta das 19:00h (era muito metódico). Então se aprontou como se fosse malhar. Vestiu uma calça legging branca para realçar suas curvas, um top preto e uma camiseta branca furadinha. Se maquiou e esperou. Quando deu 19:00h, viu Pedro levantar e mudar de roupa no quarto e essa era a dica. Ela se preparou e ficou com a mão na porta. Ao ouvir a porta de Pedro se abrindo ela sai e fica em frente ao elevador, moravam no 13º andar. Se cumprimentaram. Entraram no elevador e começaram o papo. 

- Oi tudo bem? Boa tarde. - disse Larissa.
- Oi. Boa tarde. - respondeu Pedro quase murmurando.
- Quente né? Até me animou ir correr um pouco, só para fugir do calor da minha casa. - riu, achando que estava tudo dando errado.
- É mesmo. Até estou instalando um ar condicionado em cassa. - respondia olhando para baixo, mas por vezes olhava para bunda de Larissa.
- É mesmo?? Que bom!!! Queria te perguntar uma coisa. Estou fazendo uma pesquisa para umas aulas. Sobre a 2ª Guerra Mundial. Gostaria de saber se pode me ajudar a montar uma apresentação depois. - disse Larissa, depois se arrependeu da loucura, algo totalmente sem nexo.
- Claro que sim. Adoro a 2ª Guerra principalmente a participação dos japoneses. Meu sonho é conhecer o Japão. - respondeu um pouco mais animado.
- Nossa que coincidência, eu também. - ela disse e pensou "Meu Deus! Funcionou! Como assim?!"
- Bom chegamos ao térreo, até mais Larissa.
- Até Pedro.

Saíram do prédio, cada um para um lado. No meio do seu caminho, que não era rumo a uma caminha ou corrida, Larissa teve um plano brilhante. Passou em uma loja coreana, e comprou um quimono. Em outra loja comprou pó de arroz e batom vermelho. Passou em outra loja e comprou um pano branco e um pedaço de pano vermelho, pensando em fazer um "bandeirão" do Japão e uma máscara de carnaval de Veneza. Por fim voltou para casa.

Começou então a bolar seu plano de sedução. Era 10:00h, colocou sua bandeira do Japão na parede, colocou uma lingerie preta, um sutiã e calcinha de renda, por cima colocou um quimono preto com dragões dourados e a máscara. Arrumou a cama com alguns travesseiros. Na sua frente estava seu computador. Ela ligou a câmera e começou a gravar. Logo nos primeiros minutos ela disse:

- Pedro isso é para você saber como as "japonesas" são gostosas. - riu de forma muito safada.

Começou o seu primeiro show assim. Ao som de uma música sexy, dançou em frente a câmera. Dançava de forma sensual, a cada melodia da música seu corpo respondia naturalmente com uma girada, uma rebolada ou empinada de bunda. Depois começou a se despir aos poucos. Foi deixando conforme dançava o quimono descer. Ela estava radiante, estava muito feliz. Ao fim da primeira música, estava de calcinha e sutiã. Quando a segunda música tocou, seu sutiã sumiu, sua calcinha caiu e pode ser visto sua buceta lisinha apenas com um pouquinho de pelo para mostrar que era uma buceta de mulher. Só a máscara não saiu. A terceira música tocou e seus dedos passearam pela buceta, peitos, boca, cu. Se mostrou toda para a câmera, até que a música acabou e ela finalmente levanta um cartaz no qual estava escrito:

- Quer um show ao vivo? Quando terminar de ver esse vídeo toque a caminha da vizinha. 

A gravação acabou.

Larissa pega um DVD que tinha na gaveta e grava o "showzinho". Sorrateiramente, sai e passa o DVD por debaixo da porta de Pedro e logo em seguida monta um acampamento escondido no quarto para observar as reações dele.

Às 17:00h ele chegou. Pela demora de chegar no quarto, Larissa imaginou que ele estava pensando no que fazer com aquele DVD. Bom, passou alguns minutos e lá estava ele, de short e sem camisa. Quando colocou vídeo para rodar. CHOQUE! Mesmo a distância podia sentir Pedro arrepiado. Ele olhou para a janela e nada viu (ela estava bem escondida). Ao término do vídeo, Pedro se levanta. Anda de um lado para o outro, como se estivesse pensando no que fazer. Então sai do quarto. Nessa hora o coração de Larissa vai a mil.

Depois de um silêncio. Ding-dong. A campainha toca. Ela se levanta. Com o quimono. Então abre a porta. 

- Oi.... Era você? - pergunta Pedro receoso.
- O que você acha? - além do quimono estava com a máscara na mão.
- Bom nesse caso. Acho que está na hora que fazer uma viagem até o Japão.

E beijou ela. Larissa sentia-se uma criança na manhã de natal. Felicíssima. Beijava-o muito. As mãos passavam pelos seus corpos. Pedro era voraz, bulinava a loira, já estava invadindo sua calcinha e seu sutiã quando ela pediu que ele entrasse.

Já no quarto. Pedro joga Larissa na cama. Em um furor, arranca seu sutiã e rasga sua calcinha. A loira se assusta com isso, pensa que havia liberado um monstro. Mas o "monstro" ela conheceria agora. Ao a ver nua na cama, Pedro tira seu short e sua cueca, colocando para fora seu pau, digno de ser chamado de anaconda ou ator pornô. 22cm poderia ser pouco. Os olhos de Larissa saltaram ao ver tamanho instrumento e ela disse:

- Nossa, pra que isso tudo!!
- Desculpa, você não gostou? Eu sempre fico incomodado por isso... - disse envergonhado
- Longe disse meu querido! Longe disso. Vem cá que eu quero muito chupar essa benção da natureza.

Agarrou com suas mãos e começou a chupar. Naquela hora viu que não haveria boca suficiente para aquilo, mas fez um ótimo trabalho, punhetando e chupando, lambendo as bolas de Pedro. Até que ele subitamente gozou. Uma quantidade absurda de porra acerta a cara de Larissa, que se assustou. Ele gemia, e muito. Então disse:

- Me desculpa! Eu nunca tive isso na minha vida! Transas loucas só pagando! Foi muito tesão e não me segurei. - se desculpando.
- Meu lindo contanto que ainda me queira. Minha buceta está molhadinha. Quer provar? - mesmo com o corpo sujo de porra deitou na cama, abriu as pernas e mostrou a buceta.

Pedro rapidamente já estava lá, deitou na cama e começou a chupar a buceta mais molhada que já havia visto na vida. Sua língua parecia deslizar. Mas realmente, Pedro precisava melhorar bastante e Larissa se dispunha a ensiná-lo. Ia guiando ele, "Chupa", "Morde", "Mais lento" ou "Mais rápido". Para ele está ótimo, parecia um jogo, e nisso ele era bom. Por ser tão bom aluno, conseguiu de prêmio fazer Larissa gozar. Como era um pouco descontrolada, ela agarrou as costas dele e cravou suas unhas. Enquanto ela gemia de prazer, ele gemia de dor. Pedro não reclamou (não ali, não naquela hora). Ele diz para ela:

- Estamos prontos! - e riu.
- Vem então! Entra em mim meu lindo! Quero sentir você dentro de mim!

Então ele foi, colocou a cabeça do pau e depois mais ou menos a metade dele, foi quando ela sentiu um dorzinha e disse:

- Meu amor, com esse dote vamos devagar se não vai me machucar.
- Tudo bem! Pode deixar.

E como estava por cima, Pedro foi bombando. Devagar como ela havia mandado, mas com o tempo não tem como, pegou o gosto e começou a bombar forte e rápido. Larissa adorou, até que começou a sentir um desconforto. Nessa hora, ela acha melhor mudar de posição. Ela precisava ter o controle. Então vai para cima e colocar Pedro deitado na cama. 

Larissa cavalgada aquele ser gigantesco com extrema destreza. Ela era perfeita nisso. Era experiente e sabia como excitar um homem e como se excitar. Com os movimentos de vai e vem agora perfeitamente coreografados e com ela no controle, foi chegando próximo de gozar, quando sentiu mais uma vez o pau de Pedro pulsar e pulsar, foi quando sentiu mais uma vez um jato quente de porra, agora na buceta. Mas Larissa queria gozar e continuou mais forte e mais rápido até que:

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! - gemeu alto
- Nossa! Muito bom Larissa! Nossa! nunca gozei tão gostoso! - disse Pedro ofegante.
- Bobo! Foi muito bom mesmo. Que surpresa você tinha ai escondida hein?
- É! Mas me causa mais problemas que soluções. Imagina no meio do trabalho ficar de pau duro? É difícil esconder.
- HAHAHAHAHA! Desculpa rir mas eu imaginei isso agora! Ai ai! Nunca pensei que fosse ser assim e olha que eu te observava a um tempo já.
- Bom então somos 2, pois eu sempre te observava também. Desculpa mas tenho uma pasta no computador com fotos suas que eu tirava enquanto você mudava de roupa.
- Hein?! Como assim?!?
- Ué! Do mesmo jeito que me olhava, pensa que nunca percebi?! 
- Ih! É mesmo?! - disse Larissa sem graça.
- É! Eu sempre entrava nos sites de strip com webcam e conversava com mulheres que me lembravam você. Já perdi a conta de quantas vezes toquei uma pensando em você. - disse pela primeira vez desinibido.
- Que bom! Fico feliz! Isso me deixa com mais tesão para a próxima vez.
- Próxima? Você vai querer outra vez? - disse com uma cara meio de menino sapeca.
- Claro! Foi ótimo! Quero mais um pouco de você!
- Excelente! Adorei! Mas posso te pedir uma coisa? 
- Pode!
- Continue fazendo esses vídeos para mim? 
- Ai ai! Quer mesmo? Eu faço! Mas tem que me falar o que quer!
- Estava pensando. As empregadas francesas são extremamente excitantes!
- Huummmmmmm. Boa pedida!

Continuaram a conversar. Pedro foi embora. Larissa dormiu igual um bebê. Voltou a trabalhar. Mas as noites agora se alternavam entre o Striptease na web e o sexo com Pedro. O que ele achava o máximo!

by Senhor Silva.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

4º Conto - No cinema


Eram 15:00h quando Beatriz chega no cinema. O horário nada comum, mas perfeito para encontrar com seu amante, Felipe. Nunca ninguém desconfiava quando Beatriz pedia para sair mais cedo e passar no médico para resolver qualquer tipo de problema. Mas nesse dia em especial, Bia não queria ir para o motel e ter uma tarde memorável quanto tantos outras que tivera com Lipe. Queria um programinha de "casal". Pena que Felipe tinha outros planos.

Esperando Felipe chegar Bia escolhe o filme, um bem cult para evitar que o cinema encha e que haja crianças na sessão já que morria de medo de que seu filho pudesse estar lá com a babá (mesmo o cinema estando muito distante de sua casa, mas medo é medo). Comprou um pacote de pipoca, 2 águas e esperou, com medo de que Lipe não fosse. 

O caixa da lojinha do cinema não tirava os olhos daquela loira baixinha lá para seus 38, charmosa, não tinha bundão, não tinha peitão, mas seu corpo estava perfeito assim mesmo, seu olhar era o que mais chamava a atenção, olhos azuis como mar caribenho. Seu vestido estampado, também atraia olhares, pensava o caixa "Mas poderia ser mais colado para ver suas curvas.". Entre um suspiro e outro o caixa imaginava se Bia beijava bem, transar gostoso, se chuparia olhando para ele e que até casaria com ela. Só acordou quando apareceu um casal idoso fazendo um pedido.

Bia estava inquieta, achando que tinha levado um fora. Quando surgi na porta um negro lá para seus 28, 2 metros de altura, físico de lutador, forte, sorrindo. Nessa hora é Bia que suspira pensa - "Ele veio!".

Felipe chega perto de Bia e disse:

- Boa tarde linda! Quanto tempo não nos vemos? Poderia te beijar agora, mas deixarei para fazer isso durante o filme, a não ser que me peça para beijar agora. - com o olhar safado que a deixava alucinada.
- Me beija amorzinho! - pediu, envergonhada, mas era o que ela queria.

Ele a beijou. Nessa hora quem suspirou foi o caixa, pensando: "É melhor só imaginar mesmo, mulher assim não tá pro meu bico....".

Então entraram na sala 3 onde passaria o filme. Quando viu qual era, um drama romeno sobre uma mulher cego que se apaixona por um músico surdo, pensou: "Que roubada que a Bia quer me meter. Bom pelo menos filme chato é bom para dar um amasso!". Foram os primeiros a entrar e já escolheram o lugar mais ao fundo, mais escondido possível. Para a surpresa deles, não eram os únicos na sala, havia 2 casais de idosos que se sentaram no meio da sala, 2 jovens (que tudo indicava que também foram lá para se pegar) que sentaram no lado oposto ao de Lipe e Bia, e 1 senhor sozinho com pompa de crítico de cinema que começou a discutir com os casais de idosos sobre a influência do cinema romeno para a produção cinematográfica do leste europeu, blá, blá, blá....

Bia sentia-se no céu, desde que descobrirá que seu marido a atrai com a babá, seu mundo perdeu sentido e já na segunda vez ao sair com suas amigas de trabalho, ela conheceu Felipe, depois de tomar sua quarta caipirinha e sua terceira dose de tequila, Bia estava soltinha deu muito mole para ele. Lipe que não era bobo entendeu e pegou a loirinha. Por mais que se arrependesse mais tarde, pois Bia não queria ser como seu marido, sentia um tesão muito grande e não conseguia ficar longe de Lipe. Para ele, estava sendo um jogo interessante, solteiro, tinha as garotas mais novas e da sua idade na mão, mas Bia tinha uma coisa que ele gostava, era ingênua para uma mulher, mãe de família. Ele sabia que ela não estava de sacanagem com ele, que ela gostava dele mesmo e isso excitava Lipe.

Estavam conversando quando Lipe pergunta pra Bia:

- Gostosa, me diz, qual a maior loucura que já fez no cinema? - disse de maneira muito pretenciosa.
- Ah, Lipe, eu nunca fiz loucuras. Só beijos, passadas de mão, nada demais. - disse meio envergonhada.
- Bom, se quiser posso tirar esse atraso. - e deu uma risadinha safada ao terminar a frase.
- Ai meu Deus! Tá, mas quando eu pedir você para tá? - sua cara já denunciava que estava morta de tesão.
- Prometo!

Nisso as luzes se apagaram, e o filme começou. Já nos primeiros 5 minutos quando o músico surdo está aprendendo a tocar violino, Lipe começa a beijar Bia no pescoço e ela começa a perder o controle do seu corpo aos poucos. Ela tenta virar para retribuir o beijo e ele disse:

- Não! Fica quietinha de que vou fazer em 1 hora tudo que nunca fizeram com você em toda a vida dentro de um cinema.

Ele sentia que Bia se arrepiou toda. Mas continuou a atacar seu pescoço como um vampiro faz com sua presa. Sua mão deslizava por todo corpo de Bia, mas decidiu parar um pouco nos peitos, onde entre apalpadas, brincava com o bico do peito, o dedo passava, as vezes apertava um pouquinho até ela e contorcer. 

De tempos em tempos, Felipe vigiava, para ter certeza de que o lanterninha não estava vindo. Numa dessas viu que o casal de idosos e o "crítico" estava maravilhados pelo filme e o casal de garotas estava realmente se pegando. Mostrou isso para Bia e ela ficou mais excitada ainda, perdendo um pouco do medo.

As mãos de Lipe chegaram até a buceta de Bia, que estavam pegando fogo, era um vulcão em erupção. Ele olha pra ela e pergunta:

- Está gostando? 
- Sim.... - entre um suspiro e outro.
- Está molhadinha? 
- Aí, você que vai ter que descobrir, Sr. expert em pegação no cinema.

Ele riu, beijou ela mais uma vez e não chegou a ver que ela puxou o vestido e mostrou sua bucetinha toda depilada. Estava sem calcinha. Lipe não pensou duas vezes e começou a passar o dedo na buceta de Bia. Sentou-se como se fosse ver o filme, enquanto dedava Bia, tentando fazê-la gozar. E parecia que estava saindo tudo como planejado. Porém no meio de tanto tesão Bia começou a gemer e Lipe ficou com receio de serem pegos. E então parou. Só de sacanagem perguntou para Bia:

- Tá gostando do filme? Por que eu ainda não entendi como a mulher ficou cega?
-  É sério mesmo que você quer saber isso? - riu muito alto, o que fez um dos idoso olhar para atrás bravo.
- Vou fazer uma coisa agora.

Lipe verifica se tem alguém o observando. Levanta da cadeira, se ajoelha entre as pernas de Bia, que se ajeita na cadeira. Começa a lamber e chupar a buceta dela. Sabia que ninguém repararia pois o filme estava chegando no clímax, a menina cega conheceria o músico surdo, Felipe sabia que a maioria das pessoas ali estaria com lágrimas nos olhos. Ele chupou Bia como deu, naquele lugar apertado, até que ela deu sinais que iria ficar um pouco descontrolada. Começaram gemido e movimentos mais bruscos mostrando que ela não dominava mais seu corpo. Então, mais uma vez ele parou. E Bia disse:

- O que houve? Porque parou? – estava com uma mistura de tesão e apreensão.
- Olha prometi que você teria todo tesão e safadezas que nunca teve dentro de um cinema. Daqui a pouco vamos fechar com chave de ouro. - disse calmante.

Aquela calma dele deixava Bia nervosa, nunca sabia o que ele iria aprontar. Então passado mais alguns minutos, Felipe se mexe na cadeira e depois disse:

- Me dê a sua mão. - disse sem ao menos olhar para o lado.
- Tudo bem. - disse enquanto esticava o braço.

Ele pega a sua mão e leva em direção ao pau dele. Um exemplar digno de ator de filmes pornô, 22cm que deixava Bia alucinada. Ela então começou a punhetar, de forma estranha e desajeitada (ela estava receosa de ser pega em flagra), com o tempo pegou o jeito. Felipe sempre gostou do jeitinho tímido e medroso de Bia, como a gatinha. Isso o tirava do sério. Quando a coisa estava ficando boa, ele teve uma ideia e disse para Bia:

- Acha que consegue fazer um boquete?
- Ai meu Deus! Acho que sim. Mas será que...
- Não nada vai acontecer! - interrompeu ela de rompante.
- Está bem. Vou tentar.

A loira baixou a cabeça, mas antes deu uma verificada em todas as direções para não ser pega de surpresa. Não via mais uma das garotas, os "críticos de cinema" estavam perplexo com o fato de que o músico mudo iria se mudar para outra cidade e deixar seu amor a menina cega para atrás. Depois de tudo verificado encosto sua boca no pau de Lipe. Por mais calmo que ele estivesse, ela viu seu corpo da uma remexida e ela pensou: "Ele gostou.". 

Bia chupou Felipe. Chupou calmamente. Sua língua fazia movimentos circulares tão suaves e ao mesmo tempo gostosos que ele relaxou. Com o tempo, os movimentos começaram a se tornar mais fortes. Lipe gostava. Sempre dizia que o boquete de Bia era seu ponto mais forte, junto com o sexo anal.

Quando sentiu que não aguentaria mais, Felipe disse para Bia parar e ela disse:

-  Pode gozar amorzinho!

Ele não pensou duas vezes. Até porque não daria tempo. Gozou na boca da loira. Ele sempre gozar litros. Isso ela ainda não estava acostumada e sempre cuspia. Mas ali não teria opção. Quando terminou, disse para ela que poderia sair. Ela levanta a cabeça olha pra cima e engole tudo, com muita dificuldade. Em certo ponto, ele pensou que Bia iria engasgar. Depois de se recuperar e tomar um gole de água, ela olhou para Felipe e disse:

- Benzinho consegui!! - parecia que tinha marcado um gol no fim da copa de tão feliz.
- Parabéns amor! Não precisava mas mandou muito bem.
- Que bom que gostou!
- Bom vamos assistir mais uma parte do filme, depois continuamos. - disse pensativo.

Então viram o músico largar tudo para ficar com a menina cega, e a sociedade criticando o amor deles e por ai foi. Felipe, já recuperado ainda com o membro fora da calça, olhou para Bia e disse:

- Vamos finalizar. Sente no meu colo, linda. 
- Mas assim vão nos ver Lipe! - disse bem assustada.
- Só vão ver se você gemer!

Ela tomou coragem como Felipe nunca havia visto. Levantou o vestido e sentou no pau dele. Por mais confiante que fosse de que tinha toda a situação nas suas mãos, ele se assustou, mas não iria assumir isso. Ela sentou de costas para ele, conforme ele instruiu e começou a cavalgar naquele pau. Seus movimentos eram desengonçados, essa era a verdade, parte pelo medo, parte pela poltrona nada confortável. Mas nada tirava o tesão que ela sentia e o prazer que Felipe tinha em fazer ela feliz. Até que ela parou subitamente e colocou a mão dela sobre a mão dele e apertou. Sem entender nada ele pergunta:

- O que houve linda?
- O.. O.. Lan... Lanter... Lanterninha tá olhando pra cá! Ai meu Deus fomos pegos! - sua voz transmitia muito medo!
- Calma, calma! Não vai acontecer nada. Fique parada, quietinha até que ele vá embora.
- Tem certeza? Sabe que eu não posso ser presa... Tenho família! - parecia que ia chorar.
- Prometo! Nada vai acontecer.

Aqueles foram os 2 minutos mais tensos da vida de Bia. Tudo passou na cabeça dela. Então como mágica o lanterninha sumiu. Ela suspirou fundo e olhou para todos. Nessa hora, sentiu-se aliviada, pois viu surgir do nada uma das duas garotas por de trás de uma das cadeiras. Pensou "Tem mais safadinhos aqui com a gente.". Então tomou coragem e disse:

- Quer continuar?
- Oi?! Tem certeza linda. - disse assustado.
- Sim! E sabe o que mais? Que tal um cuzinho amor?! - disse bem safadinha.
- Oi?!? É você mesmo que está ai Bia?! Tem certeza?
- Se me perguntar mais uma vez eu desisto bem.

Então ela levantou, Felipe se ajeito, mira no buraco que mais gostava. Aos poucos conseguia entrar nela, e ela nada fazia, não gemia, não reclamava, estava curtindo o momento. Então foi, entrou. Ela se movia muito bem gostoso, parecia até que estavam em um quarto de motel e não havia mais ninguém lá. A única coisa que ela sussurrou ao pé do ouvido de Lipe era que ele gozasse. Ele como bom garoto, se concentrou em obedecer sua amada. Aquele cú apertado quente que ele tanto gostava sempre o fazia gozar rapidamente, e naquele dia, com toda a situação não deu outra, ele gozou novamente. Ela sentia o liquido quente e assim que deu se levantou, beijou seu amado e saiu para ir ao banheiro. 

Durante o tempo que Bia estava fora, Felipe se arrumou e acabou se inteirando sobre o filme. O músico surdo estava morrendo e a menina cega estava ao seu lado e para surpresa de todos aprendeu a tocar violino. Nesta hora Bia volta, com um grande sorriso no rosto. Lipe pergunta:

- Eu que proporcionei toda essa felicidade?
- Bom 90%! 9% foi eu ter conseguido ser um pouco mais safadinha com você e 1% foi isso. - mostrou um bilhete com algo escrito "Você é linda! Meu nome é Lucas, sou o caixa que te observou o dia inteiro. Meu número é 2930-2348. Me liga por favor!"
- Nossa será que vou ter que tirar satisfação com ele? - fez uma cara de bravo e depois riu.
- Claro que não! Mas sempre é bom saber que a gente está podendo né?! Mas me diz uma coisa, sabe o que está acontecendo no filme?
- Ahhhh! Garoto conhece garota, garota e garoto se separam, garota e garota se reencontram, garoto morre garota aprende a tocar violino, garota fica famosa e faz músico pro amado. Resumindo chato.
- Mas você prestou muita atenção né?
- É mas fiquei com uma dúvida. Por que escolheu esse filme?
- Meu lindo você acha que realmente eu queria assistir um filme ou passar minha tarde com você?

Ele só riu. Nessa mesma hora o filme acabou. Os pseudocríticos levantaram e aplaudiram. As garotas estavam se beijando e foram flagradas quando a luz se acendeu. Com vergonha fugiram rapidamente. Bia e Lipe se levantaram e saíram da sala. Quase na porta o crítico pergunta a Lipe qual sua opinião do filme que de forma cortes inventa uma bela crônica. Nisso uma senhora idosa chama Bia e disse:

- Vocês formam um casal lindo. Continuem assim. Essas salas de cinema vazias dão um tesão na gente né?
- Hein?!? A senhora viu algo? - Disse envergonhada.
- Minha querida, sou velha e ouço mal, mas tenho uma visão excelente, tão boa que prefiro perder o tempo observando as pessoas no cinema do que vendo um filme chato como esse. - disse sinceramente.
- Ai meu Deus! Que vergonha! - disse Bia, super sem-graça.
- Não precisa se envergonhar. Na minha época, se pudesse, faria a mesma coisa. Que vocês sejam muito felizes. Agora vou lá conversar com meus amigos e dizer que "adorei" o filme. - disse debochando.

A senhora foi embora. O crítico foi embora. Lipe e Bia foram embora. Mas antes de sair Bia olhou para trás e deu uma piscadinha para Lucas o caixa, que sorriu de volta. 

by Senhor Silva