Eram 15:00h quando Beatriz chega no cinema. O
horário nada comum, mas perfeito para encontrar com seu amante, Felipe.
Nunca ninguém desconfiava quando Beatriz pedia para sair mais cedo e passar no
médico para resolver qualquer tipo de problema. Mas nesse dia em especial, Bia
não queria ir para o motel e ter uma tarde memorável quanto tantos outras que
tivera com Lipe. Queria um programinha de "casal". Pena que Felipe
tinha outros planos.
Esperando Felipe chegar Bia escolhe o filme, um bem
cult para evitar que o cinema encha e que haja crianças na sessão já que morria
de medo de que seu filho pudesse estar lá com a babá (mesmo o cinema estando
muito distante de sua casa, mas medo é medo). Comprou um pacote de pipoca, 2
águas e esperou, com medo de que Lipe não fosse.
O caixa da lojinha do cinema não tirava os olhos
daquela loira baixinha lá para seus 38, charmosa, não tinha bundão, não tinha
peitão, mas seu corpo estava perfeito assim mesmo, seu olhar era o que mais
chamava a atenção, olhos azuis como mar caribenho. Seu vestido estampado,
também atraia olhares, pensava o caixa "Mas poderia ser mais colado para
ver suas curvas.". Entre um suspiro e outro o caixa imaginava se Bia
beijava bem, transar gostoso, se chuparia olhando para ele e que até casaria
com ela. Só acordou quando apareceu um casal idoso fazendo um pedido.
Bia estava inquieta, achando que tinha levado um
fora. Quando surgi na porta um negro lá para seus 28, 2 metros de altura,
físico de lutador, forte, sorrindo. Nessa hora é Bia que suspira pensa -
"Ele veio!".
Felipe chega perto de Bia e disse:
- Boa tarde linda! Quanto tempo não nos vemos?
Poderia te beijar agora, mas deixarei para fazer isso durante o filme, a não
ser que me peça para beijar agora. - com o olhar safado que a deixava
alucinada.
- Me beija amorzinho! - pediu, envergonhada, mas
era o que ela queria.
Ele a beijou. Nessa hora quem suspirou foi o caixa,
pensando: "É melhor só imaginar mesmo, mulher assim não tá pro meu
bico....".
Então entraram na sala 3 onde passaria o filme.
Quando viu qual era, um drama romeno sobre uma mulher cego que se apaixona por
um músico surdo, pensou: "Que roubada que a Bia quer me meter. Bom pelo
menos filme chato é bom para dar um amasso!". Foram os primeiros a entrar
e já escolheram o lugar mais ao fundo, mais escondido possível. Para a surpresa
deles, não eram os únicos na sala, havia 2 casais de idosos que se sentaram no
meio da sala, 2 jovens (que tudo indicava que também foram lá para se pegar)
que sentaram no lado oposto ao de Lipe e Bia, e 1 senhor sozinho com pompa de
crítico de cinema que começou a discutir com os casais de idosos sobre a
influência do cinema romeno para a produção cinematográfica do leste europeu,
blá, blá, blá....
Bia sentia-se no céu, desde que descobrirá que seu
marido a atrai com a babá, seu mundo perdeu sentido e já na segunda vez ao sair
com suas amigas de trabalho, ela conheceu Felipe, depois de tomar sua quarta
caipirinha e sua terceira dose de tequila, Bia estava soltinha deu muito mole
para ele. Lipe que não era bobo entendeu e pegou a loirinha. Por mais que se
arrependesse mais tarde, pois Bia não queria ser como seu marido, sentia um
tesão muito grande e não conseguia ficar longe de Lipe. Para ele, estava sendo
um jogo interessante, solteiro, tinha as garotas mais novas e da sua idade na
mão, mas Bia tinha uma coisa que ele gostava, era ingênua para uma mulher, mãe
de família. Ele sabia que ela não estava de sacanagem com ele, que ela gostava
dele mesmo e isso excitava Lipe.
Estavam conversando quando Lipe pergunta pra Bia:
- Gostosa, me diz, qual a maior loucura que já fez
no cinema? - disse de maneira muito pretenciosa.
- Ah, Lipe, eu nunca fiz loucuras. Só beijos,
passadas de mão, nada demais. - disse meio envergonhada.
- Bom, se quiser posso tirar esse atraso. - e deu
uma risadinha safada ao terminar a frase.
- Ai meu Deus! Tá, mas quando eu pedir você para
tá? - sua cara já denunciava que estava morta de tesão.
- Prometo!
Nisso as luzes se apagaram, e o filme começou. Já
nos primeiros 5 minutos quando o músico surdo está aprendendo a tocar violino,
Lipe começa a beijar Bia no pescoço e ela começa a perder o controle do seu
corpo aos poucos. Ela tenta virar para retribuir o beijo e ele disse:
- Não! Fica quietinha de que vou fazer em 1 hora
tudo que nunca fizeram com você em toda a vida dentro de um cinema.
Ele sentia que Bia se arrepiou toda. Mas continuou
a atacar seu pescoço como um vampiro faz com sua presa. Sua mão deslizava por
todo corpo de Bia, mas decidiu parar um pouco nos peitos, onde entre apalpadas,
brincava com o bico do peito, o dedo passava, as vezes apertava um pouquinho
até ela e contorcer.
De tempos em tempos, Felipe vigiava, para ter
certeza de que o lanterninha não estava vindo. Numa dessas viu que o casal de
idosos e o "crítico" estava maravilhados pelo filme e o casal de
garotas estava realmente se pegando. Mostrou isso para Bia e ela ficou mais
excitada ainda, perdendo um pouco do medo.
As mãos de Lipe chegaram até a buceta de Bia, que
estavam pegando fogo, era um vulcão em erupção. Ele olha pra ela e pergunta:
- Está gostando?
- Sim.... - entre um suspiro e outro.
- Está molhadinha?
- Aí, você que vai ter que descobrir, Sr. expert em
pegação no cinema.
Ele riu, beijou ela mais uma vez e não chegou a ver
que ela puxou o vestido e mostrou sua bucetinha toda depilada. Estava sem
calcinha. Lipe não pensou duas vezes e começou a passar o dedo na buceta de
Bia. Sentou-se como se fosse ver o filme, enquanto dedava Bia, tentando fazê-la
gozar. E parecia que estava saindo tudo como planejado. Porém no meio de tanto
tesão Bia começou a gemer e Lipe ficou com receio de serem pegos. E então
parou. Só de sacanagem perguntou para Bia:
- Tá gostando do filme? Por que eu ainda não
entendi como a mulher ficou cega?
- É sério mesmo que você quer saber isso? -
riu muito alto, o que fez um dos idoso olhar para atrás bravo.
- Vou fazer uma coisa agora.
Lipe verifica se tem alguém o observando. Levanta
da cadeira, se ajoelha entre as pernas de Bia, que se ajeita na cadeira. Começa
a lamber e chupar a buceta dela. Sabia que ninguém repararia pois o filme
estava chegando no clímax, a menina cega conheceria o músico surdo, Felipe
sabia que a maioria das pessoas ali estaria com lágrimas nos olhos. Ele chupou
Bia como deu, naquele lugar apertado, até que ela deu sinais que iria ficar um
pouco descontrolada. Começaram gemido e movimentos mais bruscos mostrando que
ela não dominava mais seu corpo. Então, mais uma vez ele parou. E Bia disse:
- O que houve? Porque parou? – estava com uma
mistura de tesão e apreensão.
- Olha prometi que você teria todo tesão e
safadezas que nunca teve dentro de um cinema. Daqui a pouco vamos fechar com
chave de ouro. - disse calmante.
Aquela calma dele deixava Bia nervosa, nunca sabia
o que ele iria aprontar. Então passado mais alguns minutos, Felipe se mexe na
cadeira e depois disse:
- Me dê a sua mão. - disse sem ao menos olhar para
o lado.
- Tudo bem. - disse enquanto esticava o braço.
Ele pega a sua mão e leva em direção ao pau dele.
Um exemplar digno de ator de filmes pornô, 22cm que deixava Bia alucinada. Ela
então começou a punhetar, de forma estranha e desajeitada (ela estava receosa de
ser pega em flagra), com o tempo pegou o jeito. Felipe sempre gostou do
jeitinho tímido e medroso de Bia, como a gatinha. Isso o tirava do sério.
Quando a coisa estava ficando boa, ele teve uma ideia e disse para Bia:
- Acha que consegue fazer um boquete?
- Ai meu Deus! Acho que sim. Mas será que...
- Não nada vai acontecer! - interrompeu ela de
rompante.
- Está bem. Vou tentar.
A loira baixou a cabeça, mas antes deu uma
verificada em todas as direções para não ser pega de surpresa. Não via mais uma
das garotas, os "críticos de cinema" estavam perplexo com o fato de
que o músico mudo iria se mudar para outra cidade e deixar seu amor a menina
cega para atrás. Depois de tudo verificado encosto sua boca no pau de Lipe. Por
mais calmo que ele estivesse, ela viu seu corpo da uma remexida e ela pensou:
"Ele gostou.".
Bia chupou Felipe. Chupou calmamente. Sua língua
fazia movimentos circulares tão suaves e ao mesmo tempo gostosos que ele
relaxou. Com o tempo, os movimentos começaram a se tornar mais fortes. Lipe
gostava. Sempre dizia que o boquete de Bia era seu ponto mais forte, junto com
o sexo anal.
Quando sentiu que não aguentaria mais, Felipe disse
para Bia parar e ela disse:
- Pode gozar amorzinho!
Ele não pensou duas vezes. Até porque não daria tempo.
Gozou na boca da loira. Ele sempre gozar litros. Isso ela ainda não estava
acostumada e sempre cuspia. Mas ali não teria opção. Quando terminou, disse
para ela que poderia sair. Ela levanta a cabeça olha pra cima e engole tudo,
com muita dificuldade. Em certo ponto, ele pensou que Bia iria engasgar. Depois
de se recuperar e tomar um gole de água, ela olhou para Felipe e disse:
- Benzinho consegui!! - parecia que tinha marcado
um gol no fim da copa de tão feliz.
- Parabéns amor! Não precisava mas mandou muito
bem.
- Que bom que gostou!
- Bom vamos assistir mais uma parte do filme,
depois continuamos. - disse pensativo.
Então viram o músico largar tudo para ficar com a
menina cega, e a sociedade criticando o amor deles e por ai foi. Felipe, já
recuperado ainda com o membro fora da calça, olhou para Bia e disse:
- Vamos finalizar. Sente no meu colo, linda.
- Mas assim vão nos ver Lipe! - disse bem
assustada.
- Só vão ver se você gemer!
Ela tomou coragem como Felipe nunca havia visto.
Levantou o vestido e sentou no pau dele. Por mais confiante que fosse de que
tinha toda a situação nas suas mãos, ele se assustou, mas não iria assumir
isso. Ela sentou de costas para ele, conforme ele instruiu e começou a cavalgar
naquele pau. Seus movimentos eram desengonçados, essa era a verdade, parte pelo
medo, parte pela poltrona nada confortável. Mas nada tirava o tesão que ela
sentia e o prazer que Felipe tinha em fazer ela feliz. Até que ela parou subitamente
e colocou a mão dela sobre a mão dele e apertou. Sem entender nada ele
pergunta:
- O que houve linda?
- O.. O.. Lan... Lanter... Lanterninha tá olhando
pra cá! Ai meu Deus fomos pegos! - sua voz transmitia muito medo!
- Calma, calma! Não vai acontecer nada. Fique
parada, quietinha até que ele vá embora.
- Tem certeza? Sabe que eu não posso ser presa...
Tenho família! - parecia que ia chorar.
- Prometo! Nada vai acontecer.
Aqueles foram os 2 minutos mais tensos da vida de
Bia. Tudo passou na cabeça dela. Então como mágica o lanterninha sumiu. Ela
suspirou fundo e olhou para todos. Nessa hora, sentiu-se aliviada, pois viu
surgir do nada uma das duas garotas por de trás de uma das cadeiras. Pensou
"Tem mais safadinhos aqui com a gente.". Então tomou coragem e disse:
- Quer continuar?
- Oi?! Tem certeza linda. - disse assustado.
- Sim! E sabe o que mais? Que tal um cuzinho amor?!
- disse bem safadinha.
- Oi?!? É você mesmo que está ai Bia?! Tem certeza?
- Se me perguntar mais uma vez eu desisto bem.
Então ela levantou, Felipe se ajeito, mira no
buraco que mais gostava. Aos poucos conseguia entrar nela, e ela nada fazia,
não gemia, não reclamava, estava curtindo o momento. Então foi, entrou. Ela se
movia muito bem gostoso, parecia até que estavam em um quarto de motel e não
havia mais ninguém lá. A única coisa que ela sussurrou ao pé do ouvido de Lipe
era que ele gozasse. Ele como bom garoto, se concentrou em obedecer sua amada.
Aquele cú apertado quente que ele tanto gostava sempre o fazia gozar rapidamente,
e naquele dia, com toda a situação não deu outra, ele gozou novamente. Ela
sentia o liquido quente e assim que deu se levantou, beijou seu amado e saiu
para ir ao banheiro.
Durante o tempo que Bia estava fora, Felipe se
arrumou e acabou se inteirando sobre o filme. O músico surdo estava morrendo e
a menina cega estava ao seu lado e para surpresa de todos aprendeu a tocar
violino. Nesta hora Bia volta, com um grande sorriso no rosto. Lipe pergunta:
- Eu que proporcionei toda essa felicidade?
- Bom 90%! 9% foi eu ter conseguido ser um pouco
mais safadinha com você e 1% foi isso. - mostrou um bilhete com algo escrito
"Você é linda! Meu nome é Lucas, sou o caixa que te observou o dia
inteiro. Meu número é 2930-2348. Me liga por favor!"
- Nossa será que vou ter que tirar satisfação com
ele? - fez uma cara de bravo e depois riu.
- Claro que não! Mas sempre é bom saber que a gente
está podendo né?! Mas me diz uma coisa, sabe o que está acontecendo no filme?
- Ahhhh! Garoto conhece garota, garota e garoto se
separam, garota e garota se reencontram, garoto morre garota aprende a tocar
violino, garota fica famosa e faz músico pro amado. Resumindo chato.
- Mas você prestou muita atenção né?
- É mas fiquei com uma dúvida. Por que escolheu
esse filme?
- Meu lindo você acha que realmente eu queria
assistir um filme ou passar minha tarde com você?
Ele só riu. Nessa mesma hora o filme acabou. Os
pseudocríticos levantaram e aplaudiram. As garotas estavam se beijando e foram
flagradas quando a luz se acendeu. Com vergonha fugiram rapidamente. Bia e Lipe
se levantaram e saíram da sala. Quase na porta o crítico pergunta a Lipe qual
sua opinião do filme que de forma cortes inventa uma bela crônica. Nisso uma
senhora idosa chama Bia e disse:
- Vocês formam um casal lindo. Continuem assim.
Essas salas de cinema vazias dão um tesão na gente né?
- Hein?!? A senhora viu algo? - Disse envergonhada.
- Minha querida, sou velha e ouço mal, mas tenho
uma visão excelente, tão boa que prefiro perder o tempo observando as pessoas
no cinema do que vendo um filme chato como esse. - disse sinceramente.
- Ai meu Deus! Que vergonha! - disse Bia, super
sem-graça.
- Não precisa se envergonhar. Na minha época, se
pudesse, faria a mesma coisa. Que vocês sejam muito felizes. Agora vou lá
conversar com meus amigos e dizer que "adorei" o filme. - disse
debochando.
A senhora foi embora. O crítico foi embora. Lipe e
Bia foram embora. Mas antes de sair Bia olhou para trás e deu uma piscadinha
para Lucas o caixa, que sorriu de volta.
by Senhor Silva
by Senhor Silva
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