quarta-feira, 15 de outubro de 2014

4º Conto - No cinema


Eram 15:00h quando Beatriz chega no cinema. O horário nada comum, mas perfeito para encontrar com seu amante, Felipe. Nunca ninguém desconfiava quando Beatriz pedia para sair mais cedo e passar no médico para resolver qualquer tipo de problema. Mas nesse dia em especial, Bia não queria ir para o motel e ter uma tarde memorável quanto tantos outras que tivera com Lipe. Queria um programinha de "casal". Pena que Felipe tinha outros planos.

Esperando Felipe chegar Bia escolhe o filme, um bem cult para evitar que o cinema encha e que haja crianças na sessão já que morria de medo de que seu filho pudesse estar lá com a babá (mesmo o cinema estando muito distante de sua casa, mas medo é medo). Comprou um pacote de pipoca, 2 águas e esperou, com medo de que Lipe não fosse. 

O caixa da lojinha do cinema não tirava os olhos daquela loira baixinha lá para seus 38, charmosa, não tinha bundão, não tinha peitão, mas seu corpo estava perfeito assim mesmo, seu olhar era o que mais chamava a atenção, olhos azuis como mar caribenho. Seu vestido estampado, também atraia olhares, pensava o caixa "Mas poderia ser mais colado para ver suas curvas.". Entre um suspiro e outro o caixa imaginava se Bia beijava bem, transar gostoso, se chuparia olhando para ele e que até casaria com ela. Só acordou quando apareceu um casal idoso fazendo um pedido.

Bia estava inquieta, achando que tinha levado um fora. Quando surgi na porta um negro lá para seus 28, 2 metros de altura, físico de lutador, forte, sorrindo. Nessa hora é Bia que suspira pensa - "Ele veio!".

Felipe chega perto de Bia e disse:

- Boa tarde linda! Quanto tempo não nos vemos? Poderia te beijar agora, mas deixarei para fazer isso durante o filme, a não ser que me peça para beijar agora. - com o olhar safado que a deixava alucinada.
- Me beija amorzinho! - pediu, envergonhada, mas era o que ela queria.

Ele a beijou. Nessa hora quem suspirou foi o caixa, pensando: "É melhor só imaginar mesmo, mulher assim não tá pro meu bico....".

Então entraram na sala 3 onde passaria o filme. Quando viu qual era, um drama romeno sobre uma mulher cego que se apaixona por um músico surdo, pensou: "Que roubada que a Bia quer me meter. Bom pelo menos filme chato é bom para dar um amasso!". Foram os primeiros a entrar e já escolheram o lugar mais ao fundo, mais escondido possível. Para a surpresa deles, não eram os únicos na sala, havia 2 casais de idosos que se sentaram no meio da sala, 2 jovens (que tudo indicava que também foram lá para se pegar) que sentaram no lado oposto ao de Lipe e Bia, e 1 senhor sozinho com pompa de crítico de cinema que começou a discutir com os casais de idosos sobre a influência do cinema romeno para a produção cinematográfica do leste europeu, blá, blá, blá....

Bia sentia-se no céu, desde que descobrirá que seu marido a atrai com a babá, seu mundo perdeu sentido e já na segunda vez ao sair com suas amigas de trabalho, ela conheceu Felipe, depois de tomar sua quarta caipirinha e sua terceira dose de tequila, Bia estava soltinha deu muito mole para ele. Lipe que não era bobo entendeu e pegou a loirinha. Por mais que se arrependesse mais tarde, pois Bia não queria ser como seu marido, sentia um tesão muito grande e não conseguia ficar longe de Lipe. Para ele, estava sendo um jogo interessante, solteiro, tinha as garotas mais novas e da sua idade na mão, mas Bia tinha uma coisa que ele gostava, era ingênua para uma mulher, mãe de família. Ele sabia que ela não estava de sacanagem com ele, que ela gostava dele mesmo e isso excitava Lipe.

Estavam conversando quando Lipe pergunta pra Bia:

- Gostosa, me diz, qual a maior loucura que já fez no cinema? - disse de maneira muito pretenciosa.
- Ah, Lipe, eu nunca fiz loucuras. Só beijos, passadas de mão, nada demais. - disse meio envergonhada.
- Bom, se quiser posso tirar esse atraso. - e deu uma risadinha safada ao terminar a frase.
- Ai meu Deus! Tá, mas quando eu pedir você para tá? - sua cara já denunciava que estava morta de tesão.
- Prometo!

Nisso as luzes se apagaram, e o filme começou. Já nos primeiros 5 minutos quando o músico surdo está aprendendo a tocar violino, Lipe começa a beijar Bia no pescoço e ela começa a perder o controle do seu corpo aos poucos. Ela tenta virar para retribuir o beijo e ele disse:

- Não! Fica quietinha de que vou fazer em 1 hora tudo que nunca fizeram com você em toda a vida dentro de um cinema.

Ele sentia que Bia se arrepiou toda. Mas continuou a atacar seu pescoço como um vampiro faz com sua presa. Sua mão deslizava por todo corpo de Bia, mas decidiu parar um pouco nos peitos, onde entre apalpadas, brincava com o bico do peito, o dedo passava, as vezes apertava um pouquinho até ela e contorcer. 

De tempos em tempos, Felipe vigiava, para ter certeza de que o lanterninha não estava vindo. Numa dessas viu que o casal de idosos e o "crítico" estava maravilhados pelo filme e o casal de garotas estava realmente se pegando. Mostrou isso para Bia e ela ficou mais excitada ainda, perdendo um pouco do medo.

As mãos de Lipe chegaram até a buceta de Bia, que estavam pegando fogo, era um vulcão em erupção. Ele olha pra ela e pergunta:

- Está gostando? 
- Sim.... - entre um suspiro e outro.
- Está molhadinha? 
- Aí, você que vai ter que descobrir, Sr. expert em pegação no cinema.

Ele riu, beijou ela mais uma vez e não chegou a ver que ela puxou o vestido e mostrou sua bucetinha toda depilada. Estava sem calcinha. Lipe não pensou duas vezes e começou a passar o dedo na buceta de Bia. Sentou-se como se fosse ver o filme, enquanto dedava Bia, tentando fazê-la gozar. E parecia que estava saindo tudo como planejado. Porém no meio de tanto tesão Bia começou a gemer e Lipe ficou com receio de serem pegos. E então parou. Só de sacanagem perguntou para Bia:

- Tá gostando do filme? Por que eu ainda não entendi como a mulher ficou cega?
-  É sério mesmo que você quer saber isso? - riu muito alto, o que fez um dos idoso olhar para atrás bravo.
- Vou fazer uma coisa agora.

Lipe verifica se tem alguém o observando. Levanta da cadeira, se ajoelha entre as pernas de Bia, que se ajeita na cadeira. Começa a lamber e chupar a buceta dela. Sabia que ninguém repararia pois o filme estava chegando no clímax, a menina cega conheceria o músico surdo, Felipe sabia que a maioria das pessoas ali estaria com lágrimas nos olhos. Ele chupou Bia como deu, naquele lugar apertado, até que ela deu sinais que iria ficar um pouco descontrolada. Começaram gemido e movimentos mais bruscos mostrando que ela não dominava mais seu corpo. Então, mais uma vez ele parou. E Bia disse:

- O que houve? Porque parou? – estava com uma mistura de tesão e apreensão.
- Olha prometi que você teria todo tesão e safadezas que nunca teve dentro de um cinema. Daqui a pouco vamos fechar com chave de ouro. - disse calmante.

Aquela calma dele deixava Bia nervosa, nunca sabia o que ele iria aprontar. Então passado mais alguns minutos, Felipe se mexe na cadeira e depois disse:

- Me dê a sua mão. - disse sem ao menos olhar para o lado.
- Tudo bem. - disse enquanto esticava o braço.

Ele pega a sua mão e leva em direção ao pau dele. Um exemplar digno de ator de filmes pornô, 22cm que deixava Bia alucinada. Ela então começou a punhetar, de forma estranha e desajeitada (ela estava receosa de ser pega em flagra), com o tempo pegou o jeito. Felipe sempre gostou do jeitinho tímido e medroso de Bia, como a gatinha. Isso o tirava do sério. Quando a coisa estava ficando boa, ele teve uma ideia e disse para Bia:

- Acha que consegue fazer um boquete?
- Ai meu Deus! Acho que sim. Mas será que...
- Não nada vai acontecer! - interrompeu ela de rompante.
- Está bem. Vou tentar.

A loira baixou a cabeça, mas antes deu uma verificada em todas as direções para não ser pega de surpresa. Não via mais uma das garotas, os "críticos de cinema" estavam perplexo com o fato de que o músico mudo iria se mudar para outra cidade e deixar seu amor a menina cega para atrás. Depois de tudo verificado encosto sua boca no pau de Lipe. Por mais calmo que ele estivesse, ela viu seu corpo da uma remexida e ela pensou: "Ele gostou.". 

Bia chupou Felipe. Chupou calmamente. Sua língua fazia movimentos circulares tão suaves e ao mesmo tempo gostosos que ele relaxou. Com o tempo, os movimentos começaram a se tornar mais fortes. Lipe gostava. Sempre dizia que o boquete de Bia era seu ponto mais forte, junto com o sexo anal.

Quando sentiu que não aguentaria mais, Felipe disse para Bia parar e ela disse:

-  Pode gozar amorzinho!

Ele não pensou duas vezes. Até porque não daria tempo. Gozou na boca da loira. Ele sempre gozar litros. Isso ela ainda não estava acostumada e sempre cuspia. Mas ali não teria opção. Quando terminou, disse para ela que poderia sair. Ela levanta a cabeça olha pra cima e engole tudo, com muita dificuldade. Em certo ponto, ele pensou que Bia iria engasgar. Depois de se recuperar e tomar um gole de água, ela olhou para Felipe e disse:

- Benzinho consegui!! - parecia que tinha marcado um gol no fim da copa de tão feliz.
- Parabéns amor! Não precisava mas mandou muito bem.
- Que bom que gostou!
- Bom vamos assistir mais uma parte do filme, depois continuamos. - disse pensativo.

Então viram o músico largar tudo para ficar com a menina cega, e a sociedade criticando o amor deles e por ai foi. Felipe, já recuperado ainda com o membro fora da calça, olhou para Bia e disse:

- Vamos finalizar. Sente no meu colo, linda. 
- Mas assim vão nos ver Lipe! - disse bem assustada.
- Só vão ver se você gemer!

Ela tomou coragem como Felipe nunca havia visto. Levantou o vestido e sentou no pau dele. Por mais confiante que fosse de que tinha toda a situação nas suas mãos, ele se assustou, mas não iria assumir isso. Ela sentou de costas para ele, conforme ele instruiu e começou a cavalgar naquele pau. Seus movimentos eram desengonçados, essa era a verdade, parte pelo medo, parte pela poltrona nada confortável. Mas nada tirava o tesão que ela sentia e o prazer que Felipe tinha em fazer ela feliz. Até que ela parou subitamente e colocou a mão dela sobre a mão dele e apertou. Sem entender nada ele pergunta:

- O que houve linda?
- O.. O.. Lan... Lanter... Lanterninha tá olhando pra cá! Ai meu Deus fomos pegos! - sua voz transmitia muito medo!
- Calma, calma! Não vai acontecer nada. Fique parada, quietinha até que ele vá embora.
- Tem certeza? Sabe que eu não posso ser presa... Tenho família! - parecia que ia chorar.
- Prometo! Nada vai acontecer.

Aqueles foram os 2 minutos mais tensos da vida de Bia. Tudo passou na cabeça dela. Então como mágica o lanterninha sumiu. Ela suspirou fundo e olhou para todos. Nessa hora, sentiu-se aliviada, pois viu surgir do nada uma das duas garotas por de trás de uma das cadeiras. Pensou "Tem mais safadinhos aqui com a gente.". Então tomou coragem e disse:

- Quer continuar?
- Oi?! Tem certeza linda. - disse assustado.
- Sim! E sabe o que mais? Que tal um cuzinho amor?! - disse bem safadinha.
- Oi?!? É você mesmo que está ai Bia?! Tem certeza?
- Se me perguntar mais uma vez eu desisto bem.

Então ela levantou, Felipe se ajeito, mira no buraco que mais gostava. Aos poucos conseguia entrar nela, e ela nada fazia, não gemia, não reclamava, estava curtindo o momento. Então foi, entrou. Ela se movia muito bem gostoso, parecia até que estavam em um quarto de motel e não havia mais ninguém lá. A única coisa que ela sussurrou ao pé do ouvido de Lipe era que ele gozasse. Ele como bom garoto, se concentrou em obedecer sua amada. Aquele cú apertado quente que ele tanto gostava sempre o fazia gozar rapidamente, e naquele dia, com toda a situação não deu outra, ele gozou novamente. Ela sentia o liquido quente e assim que deu se levantou, beijou seu amado e saiu para ir ao banheiro. 

Durante o tempo que Bia estava fora, Felipe se arrumou e acabou se inteirando sobre o filme. O músico surdo estava morrendo e a menina cega estava ao seu lado e para surpresa de todos aprendeu a tocar violino. Nesta hora Bia volta, com um grande sorriso no rosto. Lipe pergunta:

- Eu que proporcionei toda essa felicidade?
- Bom 90%! 9% foi eu ter conseguido ser um pouco mais safadinha com você e 1% foi isso. - mostrou um bilhete com algo escrito "Você é linda! Meu nome é Lucas, sou o caixa que te observou o dia inteiro. Meu número é 2930-2348. Me liga por favor!"
- Nossa será que vou ter que tirar satisfação com ele? - fez uma cara de bravo e depois riu.
- Claro que não! Mas sempre é bom saber que a gente está podendo né?! Mas me diz uma coisa, sabe o que está acontecendo no filme?
- Ahhhh! Garoto conhece garota, garota e garoto se separam, garota e garota se reencontram, garoto morre garota aprende a tocar violino, garota fica famosa e faz músico pro amado. Resumindo chato.
- Mas você prestou muita atenção né?
- É mas fiquei com uma dúvida. Por que escolheu esse filme?
- Meu lindo você acha que realmente eu queria assistir um filme ou passar minha tarde com você?

Ele só riu. Nessa mesma hora o filme acabou. Os pseudocríticos levantaram e aplaudiram. As garotas estavam se beijando e foram flagradas quando a luz se acendeu. Com vergonha fugiram rapidamente. Bia e Lipe se levantaram e saíram da sala. Quase na porta o crítico pergunta a Lipe qual sua opinião do filme que de forma cortes inventa uma bela crônica. Nisso uma senhora idosa chama Bia e disse:

- Vocês formam um casal lindo. Continuem assim. Essas salas de cinema vazias dão um tesão na gente né?
- Hein?!? A senhora viu algo? - Disse envergonhada.
- Minha querida, sou velha e ouço mal, mas tenho uma visão excelente, tão boa que prefiro perder o tempo observando as pessoas no cinema do que vendo um filme chato como esse. - disse sinceramente.
- Ai meu Deus! Que vergonha! - disse Bia, super sem-graça.
- Não precisa se envergonhar. Na minha época, se pudesse, faria a mesma coisa. Que vocês sejam muito felizes. Agora vou lá conversar com meus amigos e dizer que "adorei" o filme. - disse debochando.

A senhora foi embora. O crítico foi embora. Lipe e Bia foram embora. Mas antes de sair Bia olhou para trás e deu uma piscadinha para Lucas o caixa, que sorriu de volta. 

by Senhor Silva

Nenhum comentário:

Postar um comentário