quarta-feira, 15 de outubro de 2014

3º Conto - Restaurante

Já era finalzinho de tarde, em pleno verão carioca, aquele que facilmente atingi 40°. Aproveitando a viagem que Beto ganhou em uma promoção no trabalho, Isa passou todo fim de semana na praia, o que lhe concedeu uma belíssima marquinha de biquíni, a qual deixava Beto louco. Estavam nesse fim de semana comemorando mais um aniversário de namoro e Isa queria "presentear" Beto com algo inédito.

Isa, uma loira estilo surfista (que gostava do sentir tudo ao extremo e não ligava para dinheiro e sim por se sentir feliz) com corpo bronzeado, marquinhas de biquíni, corpo de modelo, uma bela bunda e seios fartos decidiu usar um vestido floral que caia maravilhosamente no corpo. Beto, moreno, cabelos pretos lisos como se fosse um índio, corpo em forma, fazia o tipo requintado, gosta de roupas de marcas, estava vestindo uma bermuda e camisa de polo, prezava pela ética e o que mais queria era tornar Isa "a princesa". Esse era o único motivo da briga entre eles.

Beto já havia reservado um restaurante francês que ficava na orla da praia (pena que ainda não compreendia que a Isa queria foder com ele naquela noite, foder como nunca foderam antes). Chegando ao restaurante, eles foram muito bem tratados pelo maitre, que os levaram para uma mesa meio escondida, mas muito bonita e em um dos locais mais aconchegantes. 

Após fazerem os pedidos, Isa e Beto conversam sobre a viagem, o relacionamento entre eles e o quanto ela tinha vontade de fazê-lo feliz. Beto sentia-se muito bem por ter agradado sua amada e pensava seriamente se seria aquela a hora certa de fazer o pedido (Beto já havia armado tudo com o maitre do restaurante, desde a mesa até o copo de champanhe com um anel de noivado que havia comprado). Mas Isa esperava tornar essa noite inesquecível também porém de outra forma.

No meio do papo Isa faz uma proposta para Beto:

- Que tal que seu tirar minha sandália e fazer uma doideirazinha com você?? - olhando no fundo do olho de Beto.
- Bom... É... Bom né... Mas quer agora mesmo?! - disse Beto pensando que a noite perfeita dele ia por ralo abaixo.
- SIM!! - Isa diz enfaticamente.
- Tá bem mas cuidado pra ninguém ver. - disse Beto pensando que não adiantaria discutir com Isa agora, então decidiu curtir.

Isa sorri como uma menininha sapeca, estica o pé até a perna de Beto. Primeiro passa o pé na perna de Beto com movimentos para cima e para baixo delicadamente. Com o tempo, ela vai se ajeitando na cadeira até que consegue alcançar a coxa de Beto, nesse instante ele dá uma travada que todos poderia ser notado por todos no restaurante, se não estivesse num local mais reservado. Isa só ri, morde os lábios e pergunta:

- Quer que eu pare? - como uma verdadeira ninfeta.
- Bem... não... pode continuar, mas lembre-se que estamos em um restaurante. - disse Beto ressabiado.

E o pé de Isa foi subindo, subindo, até encontrar seu brinquedo preferido, o pau de Beto. Com movimentos de lentos a rápido, Isa quase consegue tirar Beto do sério. O tesão era tanto que Betão pensou até que iria gozar na sua bermuda e isso seria o maior mico de sua vida. Mas por sorte nesse momento os pratos chegaram. Após começarem a comer e voltarem a conversar "civilizadamente", num momento de distração deixou cair seu garfo cair. Ela não pensou duas vezes e falou com vozinha mais sexy possível:

- Beto meu garfo caiu debaixo da mesa, mas não se preocupe... eu pego ele. - sorriu e se agachou embaixo da mesa, antes mesmo que Beto dissesse algo.

Isa entra embaixo da mesa e engatinha até as pernas de Beto (se ela pudesse ver, ia adorar observar seu amor branco de medo e tesão) foi passando as mãos por suas pernas, apertando as panturrilhas, deslizando as mãos pelas coxas até que chegou no pau de Beto. Isa começou a punhetar Beto e do nada escutou um gemido. A mão de Beto aparece por debaixo da mesa, fica procurando algo, até achar a cabeça de Isa. Nessa hora, ele puxa a cabeça dela em direção a seu pau, já imaginando um belo boquete que ganharia da loira. Nisso Isa pensou:

- Graças a Deus ele entrou na brincadeira. - riu.

Isa começa a chupar o Beto, devagar, para que ele aproveitasse. Chupa muito o pau, morde, lambe e começa a sentir que Beto estava a ponto de explodir, sentia o pau dele pulsando em sua boca. Mas Isa não sairia dali se sua boca não estivesse repleta de porra. Então a loira, começar a chupá-lo freneticamente, até que ele gozou, e não foi pouco. Quando pau de Beto amoleceu, Isa o retira da boca. Sai da mesa com a graciosidade de uma bailarina e vai direto para o banheiro feminino. Verifica que está sozinha e cospe a porra do seu homem.

Faz uma espécie de gargarejo, para limpar sua boca e diz pensa:

- Como posso deixar o Beto mais louco ainda???

Nessa hora, uma luz se acende na sua mente e tem uma brilhante ideia, tira sua calcinha, joga na lixeira e sai. Quando retorna, os pratos haviam sido recolhidos, Beto pergunta sobre a sobremesa e ela diz que quer. Fazem novamente os pedidos e assim que o garçom sai, pedi a Beto que tire o tênis. Muito assustado, pensando o que Isa pretendia, Beto quase desistiu, mas sabia o quão a loira pode ser insistente, e ele queria que a sobremesa chegasse para que pudesse fazer o "pedido". Após tirar o tênis, Isa diz:

- Estique seu pé e terá uma surpresa entre minhas coxas. - com a cara mais safada do mundo.
- Tá bem. - e esticou.

Beto sentiu o seu dedão chegar na buceta de Isa, quentinha e molhadinha. Nessa hora, a etiqueta foi embora, ele esqueceu onde estava e começou a mover o pé em um tipo de vai e vém, como se estivesse "comendo" a loira. E deu certo, isso excitou Isa, que ficou "mole", seu rosto ficou vermelho. Beto continuou até que a loira não se aguentou e agarrou o pano da mesa, olhou para ele com muito tesão e disse a frase:

- Amor, banheiro agora, vem! - meio descontrolada.

Beto disse para Isa ir ao banheiro masculino que ficava próximo da mesa deles e se esconder dentro de uma das cabines. Quando ela saiu, Beto chama o maitre e diz:

- Meu caro, vou ao banheiro, cancele a sobremesa. Assim que voltar vamos aprontar a surpresa, ok?
- Perfeitamente senhor!

Rapidamente Beto adentra o banheiro e via que haviam 2 cabines e ambos com a porta fechada. Pensou e arrisca na primeira porta e estava trancada, chamou por Isa e nada. Na segunda porta, ao tentar abrir, viu que estava só encostada, ao abrir, viu a loira de quatro apoiada na privada com a bunda voltada para a porta. Ela disse, sem olhar pra trás:

- Não vai me comer não benzinho??

Beto entra, tranca a cabine e coloca o pau na buceta de Isa. Começa a comer a loira como se fosse a última vez. Ela ficou gemendo. Ele a sentia molhadinha, e continuou a comer a gata. Isa esticou uma mão para trás e agarrou a bunda de Beto, onde ela crava suas unhas e o arranha. E grita:

- Beto me come agora, quero gozar aqui, agora!!! Vai meu amor!!

E isso foi como nitroglicerina pra ele. Beto começou a fuder mais rápido, com mais força do jeito que Isa gostava. Agarrou seus cabelos e puxou a cabeça dela para trás. Disse e alta voz, sem se importar se havia outra pessoa ali:

- É isso que queria é? Quer ser minha putinha nesse banheiro é?
- Quero que você continue me fudendo assim porque to quase gozando. - disse ofegantemente.
- Então se fudeu! Vou acabar com você aqui.

E continuou a meter até que a loira gritou. Gritou de prazer e quase desmaiou. Ficou mole como uma boneca. Mas Beto não parou, porque ele também queria gozar. Meteu até se dar por satisfeito e gozar na buceta de Isa, que nessa hora só se contorcia e gemia. Quando terminou disse:

- Gostou Isa? Era isso que queria de mim? Um sexo louco?
- Era! Só queria isso! E você mais uma vez não me decepcionou! Por isso que te amo!
- Bom vamos lá, comer nossa sobremesa antes de ir embora.
- Tá bem, deixa só me limpar meu bem.

Assim que estavam prontos, voltaram, sentaram na mesa. Beto faz um gesto e o garçom traz duas taças e uma garrafa de champanhe. Isa olhou meio desconfiada, pois não haviam pedido isso, mas achou ótimo. Quando pegou sua taça viu que havia algo no fundo e ao descobrir o que era disse:

- É o que to pensando Beto?
- Sim. Isa quer se casar comigo?
- Sim!!!!!

A loira chorou, riu, chorou de novo. namorou a sua aliança e disse:

- Te amo! E prometo saindo daqui darei a você um presente a sua altura. - disse antes de beijar Beto.

Ambos foram aplaudidos pelos presentes no restaurante, pagaram a conta e saíram mais apaixonados que antes, com mais tesão do que antes e louco para repetir o sexo do restaurante no hotel e quem sabe no avião durante a volta para casa.

by Senhor Silva

domingo, 12 de outubro de 2014

2º Conto - Na saída do supermercado

Já era tarde, por volta das 22:00h, mas Taís teve uma vontade alucinada de se entupir de chocolate e doces, coisas que estavam fora de seu cardápio a muito tempo, mas sempre curavam um coração partido ou mesmo uma TPM. Mesmo lutando contra a preguiça, lembrando que no outro dia, às 06:00h teria que estar de pé para se preparar para uma cansativa quinta-feira no seu serviço. Era atendente no suporte técnico de uma empresa de telefonia,  trabalho estressante, sem seu chocolate e outras regalias, com certeza teria um dia maçante.

Taís, era morena, nos seus 32 anos, com fala mansa, sempre agindo de forma sensual (mesmo que inconscientemente), um verdadeiro tesão. Durante os últimos meses Taís, ou Ta ou Tata, como gostava deser chamada, estava lutando contra a balança, já perdera alguns quilos, mas estava longe de entrar naquela calça manequim 38, porém isso de nada importava, por onde passa Tata sequestrava o olhar de todos.

A morena então chega na garagem do prédio, entra no seu carro já velho de guerra mas que nunca a deixava na mão e se dirige ao supermercado 24h mais próximo de casa. Ao chegar notou 2 caras estranhos observando aquela delícia sozinha tão tarde, mas logo pensou "É sempre assim, onde eu vou ficam me olhando, criticando as gordinhas mas é das gordurinhas que gostam" um tanto excitada e um tanto depressiva pois seu sonho era ser a magrinha que os homens tão querem. Porém sabia que não estavam "sexy", estava com um vestido comum e calçando um chinelo de dedos, meio descabelada (não domou seus cachos pretos como a noite), afinal quem encontra o príncipe encantando as 23:00h no supermercado na sessão de sorvetes.

Cruzou o estacionamento onde haviam apenas mais 4 carros, provavelmente dos funcionários. Entrou no supermercado e foi direto para o "destino doce", ao passar pelo corredor de massas viu um homem, com seus 40 anos, porém com o corpo de um 25, malhado, moreno, com cabelo um pouco rareados e grisalho, porém que deixaria qualquer garoto no chinelo e provavelmente era excelente na cama. Como de costume Taís, sorriu e passou direto para seu objetivo. Seu sorriso foi retribuído.

Escolheu sorvete de chocolate, seu preferido, e foi ao caixa pagar. Ao sair viu que o homem do corredor estava logo atrás passando suas compras. Viu que na camisa estava escrito "Academia Silva", e pensou:

- Deve ser outro que prefere as panicats ou as bombadas da academia. - e partiu para seu carro.

Enquanto procurava a chave para abrir o carro viu que os 2 caras que havia visto no estacionamento foram andando sem sua direção e ouviu um deles falar:

- Vamos tentar pegar o dinheiro no caixa-eletrônico da esquina com o cartão dela. - quase sussurrando.

O coração de Thaís foi a mil, no meio do desespero deixou cair a sacola com o sorvete e a bolsa. Tentou pegar rapidamente as coisas mas quando levantou os elementos já estavam ao seu lado. Um dele falou em um tom incisivo:

- Não fala nada!!! Entra no carro, e vamos embora!!!
- Aí meu Deus!!! Por favor não me mate!! Leva a bolsa, o carro mas me deixa aqui... - disse com lágrimas nos olhos, transparecendo todo o pavor.
- CALA BOCA SUA PIRANHA GORDA!! - disse o outro levantando a camisa e mostrando o brilho prateado de um revolver.

Já pensando no pior, pois a onda de assalto na região quase sempre terminava em morte, Tá, começou a rezar pedindo misericórdia a todos os santos e santas que conhecia, quando ouve uma voz vinda de longe. Pensou que fosse Deus, mas viu que não era quando os bandidos também se viraram em direção da voz.

Quando viu seu anjo salvador, a morena não acreditou, o homem grisalho do corredor das massas. Ele gritou mais uma vez, a distância:

- Algo problema?? - parecia esta segurando um pedaço de pau e caminhava vagarosamente na minha direção.
- CAI FORA VELHO! ESSE PROBLEMA NÃO É TEU! - disse um dos bandidos.
- Então deixa eu conversar com minha amiga e tá tudo certo, vem Jéssica. - disse com tom sério
- SEU FILHO DA PUTA EU TE AVISEI!! - nisso outro bandido saca a arma e dá 3 três em direção ao homem.

Fechou os olhos. Quando abriu após o último estampido, viu o meu salvador caído com a mão na perna esquerda. Ouviu então os meliantes discutindo:

- PORRA SEU MERDA!! ALÉM DE ERRA A MERDA DO VELHO BOIOLA AINDA VAI CHAMAR ATENÇÃO DA POLÍCIA!!! PEGA A BOLSA DA GORDA E VAMOS FUGIR!!! - disse em completo desespero e raiva.
- PASSA A BOLSA GORDA!!! DESSA DISTÂNCIA EU NÃO ERRO!!!! - disse com a arma apontada na minha cara.

Entregou a bolsa e eles se foram. Quando as pernas pararam de tremer correu em direção ao meu anjo da guarda, para ver o quão ferido estava. Ao chegar, estava chorando e ele disse:

- Está doendo, mas foi só de raspão! Tive sorte dele ter uma péssima mira! Pode parar de chorar, pois me lembro do seu sorriso e ele é bem mais bonito! - seu tom de voz era calmo e isso me tranquilizou um pouco.
- Meu Deus porque fez isso?! Podiam ter te matado!!! Seu louco!!! Mas obrigado!! Me salvou mesmo!! - isso me tirou um sorriso de leve.
- Está bem! Temos que ajudar as pessoas se pudermos e não podia deixar VOCÊ com problemas. - quando ele disse você, eu me arrepiei.
- Venha, vou te ajudar. Vou te levar para um posto de saúde aqui próximo... - logo fui interrompida.
- Não! Estou bem! Se for no posto, por ter havido tiros vou ficar lá por horas. Você pode ver não foi quase nada. Um curativo e estou novo. - disse ele.
- Então pelo menos deixe te levar a sua casa? - disse Taís.
- Bom a carona eu aceito.

Levantou-se com dificuldade e andou com mais dificuldade ainda até o carro de Taís, logo em seguida ela voltou, pegou as compras dele e foram embora em direção ao apartamento dele. Durante a conversa descobriu que seu nome era Ricardo, tinha 38 anos, separado, vivia sozinho em um belo apartamento na zona sul da cidade.

Chegaram ao apartamento dele e a morena não aguentou mais de curiosidade e perguntou:

- Por que me chamou de Jéssica naquela hora? - ansiosíssima pela resposta.
- Bom, não me entenda mal! É o nome de uma prima que tenho que é muito parecida com você. Que por sinal já até namoramos um tempo. - disse calmamente Ricardo.
- Ah, entendi agora! - sorriu

Taís então se "ofereceu":

- Ricardo, posso te ajudar? Se quiser posso fazer seu curativo.
- Eu agradeço muito Taís. Por favor pode fazer.

Nesse tempo o papo rolou, Taís falou como uma verdadeira tagarela, coisas de trabalho, namoro, violência, até chegar no sexo:

- Sabe Ricardo, tô quase desistindo dos homens. Eles nunca sabem o que quer. Quando a mulher é cheinha como eu, ele só quer comer. Se for pra namorar ou casar, ele quer a magrinha. Mas na hora de "vamos ver" é das gordinhas que eles mais gostando. Dizem que temos um fogo!! - desabafou.
- Olha Taís, quando te falei da minha prima ser igual a você digo que ela tem o mesmo corpo que o seu, e isso sempre foi um tesão pra mim. Adoro as gordinhas, minha ex era assim. Há homens que sabem valorizar as mulheres e para esses não importa celulite, estrias ou pneuzinhos e sim se a mulher é companheira e se fode bem. O resto é resto. E ainda posso dizer mais uma coisa, se ela tiver um sorriso safado como o seu..... - disse Ricardo

Nessa hora, Tata ficou "encharcada", não se aguentou de tesão e disse para o seu salvador:

- Ricardo, você é homem de verdade! Um anjo na minha vida! E quero retribuir o que fez por mim essa noite, pelo sorriso retribuído, pelo salvamento, por botar sua vida em risco por uma estranha e por conversar comigo. - enquanto falava isso Taís baixou a bermuda que Ricardo vestia, mostrando o pau dele, que pra ela não importava o tamanho, mas sim o ato.

Então sem pensar duas vezes a morena pegou o pau e começou a tocar uma punheta para ele com direito a lambidas e mordiscadas. Até que Taís abocanhou o pau de Ricardo e começou um boquete lento, sua língua parecida um tornado na boca, rodopiava e acariciava, enquanto fazia um vai e vem com a cabeça em um ritmo perfeito.

Quando olhou para Ricardo, ele estava de olho fechados, respirando profundamente, mas sua boca não deixava mentir, estava sorrindo, gostando do presente.

Tais continuou o trabalho com a boca até que decidiu chupar as bolas de Ricardo, após uma lambida no saco, um chupada nas bolas. A cada chupada, um gemido de prazer de Ricardo. Então Taís, de súbito parou. Olhou nos olhos de Ricardo e disse:

- A minha buceta precisa do seu pau! Vou dar pra você como nunca dei pra ninguém! Sinta-se o cara mais privilegiado do mundo! Pode deixar que eu faço tudo! - e sorriu da forma mais safada do mundo.

Eles se levantaram e foram para cama do Ricardo, ele se deitou com dificuldade por conta da perna e Taís ficou parada em pé ao lado da cama. Ricardo perguntou:

- Algo errado linda?
- Nâo decidi que vou fazer um strip para você!
- Será que mereço tanto?

Taís não respondeu, apenas começou a dançar. Dançava como se estivesse em um baile funk. Rebolava, ia até o chão, levantou o vestido até a cintura, tirou a calcinha e dançou pra ele, mostrando sua buceta depiladinha. Ricardo estava enlouquecendo, queria levantar da cama e agarrá-la, mas sabia que não podia atrapalhar o show de Taís.

Por fim, ela tira a roupa e sobe na cama. Com uma mão segura o pau dele e encaixa na sua buceta super molhada. A partir daí ela começa a cavalgar, e cavalgava como uma amazona. Ricardo tratava se seus peitos com se fosse joias raras e cuida deles com muito zelo (por sinal Taís tinha uma belíssima comissão de frente). Até que Ricardo diz:

- Por favor Taís. Para!! Estou quase gozando e antes eu queria chupar sua buceta! Vem cá! - quase sem ar.
- Meu lindo isso era tudo que queria ouvir!

Ela se move na cama até ficar com a cabeça do Ricardo entre suas pernas e desce a buceta até a sua boca. Para surpresa de Taís, ele era o mestre da chupada. Entre chupadas, mordidas e linguadas, a morena transcendeu, deve ter saído do corpo ao ter o maior orgasmo da vida. Lembra-se apenas de ter gritado muito alto.

Quando retornou a si, viu Ricardo com um brilho nos olhos, demonstrando a felicidade por ter chupado minha buceta e ter me feito gozar. Daí eu disse:

- Agora não quero mais saber. Vou fazer você gozar até gritando meu lindo!
- Eu espero isso!

Então a morena voltou a cavalgar mais louca do que antes, mais rápida e mais frenética. Até que teve uma idéia. Levantou-se um pouco, pegou o pau de Ricardo e colocou no cuzinho. Aos poucos, ele foi entrando lá, até que ela sentiu um dorzinha e depois uma sensação de prazer, que confirmava que ele estava todo dentro. Então ela disse:

- Quero que goze no meu rabo! Nenhum homem já havia feito isso comigo! Você vai ser meu primeiro. - disse com a voz mais safada ao pé do ouvido de Ricardo.

Ele não respondeu nada, mas sentiu o pau vibrar no meu cuzinho. Então começou a cavalgar, doía um pouco mas ela aguentou firmemente e até que em pouco tempo ouviu o gemido do Ricardo e a porra quente dentro dela. Contou 2 jatos fortes e pensou "Um para cada bandido" e riu. Por sorte, ele não viu.

Quando levantou, sentiu a porra dele escorrendo por sua bunda e correu para o banheiro onde tomou um banho rápido. Ao terminar viu ele de pé encostou na porta do banheiro e perguntou:

- O que foi? Nunca viu uma gordinha nua? - rindo
- Sim, e estou louca por ela. Será que posso continuar vendo você? Dá próxima vez prometo, não haverá tiros. - eu riu também.
- Claro que podemos. - disse ela, dizendo seu número de telefone.

Ricardo anotou e prometeu ligar. Taís se vestiu, beijou seu anjo e saiu do seu apartamento.

Já dentro do seu carro Taís pensou que essa misturo de estresse, tensão, medo e tesão foram excelentes mas numa próxima fica só com o tesão e dispensa o resto. Sorriu sozinho, até olhar para o relógio. Já eram 03:00h, pensou no trabalhou mas depois disse:

- Dane-se! Valeu muito a pena!

by Senhor Silva

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

1º Conto - Surpresa para Mônica


Estava um tempo sem ver Mônica, minha deusa, minha loira, corpo maravilhoso, com uma pegada fora do comum. Já havia avisado a Mônica que precisaria viajar a negócios e passaria mais uma semana sem vê-la. 

Mas a vontade estava muito grande e já estava pensando em uma forma de encontrá-la até mesmo levá-la na viagem, mesmo que fosse chato deixá-lo no hotel enquanto enfrentasse maçantes reuniões que nunca levam a nada. Só que neste dia, mais para o finalzinho da tarde, o destino sorriu pra mim e a viagem foi cancelada. Sem pensar duas vezes resolvi fazer uma surpresa para a loira. Passei num sex shop e comprei um brinquedinho para animar nossa noite.

Ao chegar no prédio de Mônica já por volta das 23:00, fiz um sinal para o porteiro Silas, que pedi para abrir sem me anunciar, e como já sentiu que havia uma certa malícia no pedido, desejou "boa sorte" e disse que dona Mônica havia chegado do pilates por volta de 20:30 e havia acabado de receber um lanche de uma casa de comida japonesa.

Em frente o apartamento dela, coloque o presente no bolso de trás da calça jeans que estava vestindo, com uma camiseta preta e tênis. Apertei a campainha 1 vez e nada.... 2 vezes e nada... já estava triste pensando que minha loira estava dormindo e provavelmente me atenderia brava por ter a acordado, mas não... ouço uma voz... quase um sussurro:

- Quem é? - perguntou Mônica.
- Sou eu minha loira, o Leo, seu namorado. - meio que com receio de ter feito uma merda vindo assim sem avisar.

Mas quando menos espero, a porta abre e Mônica se atira pra cima de mim, me beijando sem deixa falar nada ou menos respirar.... Após um longo beijo, que tinha gosto de saudade, Mônica se afastou e eu pude ver ela vestida como uma musa, capa da revista, com sua camisola com estampa de onça, que faz todo jus a sua ferocidade na cama, sua vontade de morder e de arranhar sua "presa".

Ela me pergunta porque estava lá o que havia acontecido com a viagem e digo que foi uma mensagem do destino que mais importante que o trabalho era estar com a mulher que me faz tão bem.
 Daí digo para ela de forma seca e direta, até parecendo arrogante:

- Mônica, vá para o quarto, tire a roupa, apague a luz e deite na cama que tenho uma surpresa para você.
- Aí meu Deus! O que você está aprontando Leo?? Tá bom vou entrar na brincadeira. - disse Mônica ressabiada.

Ela entra no quarto. Passa alguns minutos e ela me chama. Nesse meio tempo já estou pelado, apenas com o presente que comprei durante a tarde na mão, 3 pares de algemas.

Quando entro no quarto sinto o calor que está fazendo, e ligo o ar-condicionado, mando ela ficar quieta, sento próxima a seus seios e começou a passar a mão neles, passando o dedo vagarosamente no bico do peito dela, enquanto aproximo minha boca no ouvido dela e digo:

- Estique seus braços até a cabeceira. 

Ela, meio relutante, aceitou. Assim que estavam lá comecei a acariciar suas mãos, seu pulso e peguei uma das algemas e coloquei nela prendendo-a na cabeceira da cama. Assustada Mônica perguntou:

- O que é isso Leonardo?? O que vai fazer comigo??? - uma atmosfera de suspense e tesão se surgiu das suas palavras.
- Vou te fazer gozar com nunca gozou na vida! - respondi.

Nesse momento senti a pele do braço da loira se arrepiar. Passou a mão no bico do seu bico ele está rijo com rocha. Volto no seu ouvido e digo:

- Só tem 2 regras: não pode falar ou gemer ou gritou e tem que se entregar para mim, nesse momento sou seu mestre.

Ela respondeu um "aham", fazendo disso um sinal de afirmação.

Levanto e vou até seus pés, e algemo eles na cama. Agora que estava preparada, começou uma sessão de carinhos e beijos que vão dos pés até a virilha. Quando chegou na sua buceta, passo um dedo para saber o quão molhada ela estava, e pra minha surpresa ela estava "encharcada", nunca havia visto Mônica assim, com tanto tesão. Então não me aguentei e cai de boca nela, e comecei a chupar toda aquela seiva que saia da buceta da loira. 

A cada passada de língua, Mônica gemia e eu a punia com uma mordida no grelho dela, como reação ela mexia as pernas numa tentativa de me impedir de chupar sua buceta. Até que ela não aguenta e geme alto, e digo:

- Garota má! Sabe que vou ter que te punir não é... vou te punir parando de chupar sua buceta deliciosa... Ruim né? - pelo quarto escuro não conseguia ver seu rosto mas pelos sons que emitia sabia que estava gostando.

Então subo pra a barriga onde vou dando beijos, lambidas e mordidas, enquanto as mãos estão cuidando, uma do peito esquerdo e a outra da buceta (já que não podia deixar que o tesão diminuísse). O corpo de Mônica se enrijece em um momento, indicando ela já estava maluca de tesão.

Vou subindo, beijando seus peitos, lambendo e mordiscando os mamilos, chupo seus seios durinhos e me preparo para subir até seu ombro onde mordo, mordo mesmo, não pra machucar, pra ficar uma marquinha, para provar que Mônica é minha. Ela suspira, e vou subindo até sua orelha. morde-a, lambo-a e nessa hora a loira começa a mexer o corpo de uma forma descontrolada, revelando que ela já estava fora de si, era tanto tesão que ela mal consegui seguir as regras que havia estipulado, mas nesse momento nem eu lembrava mais disso, a brincadeira estava muito boa. 

Do ouvido beijo Mônica, beijo como se fosse o primeiro e último beijo, e ela se derrete, e fala alto para eu escutar:

- ME COME LEO!

Com bom garoto que sou não deixei por menos, desci até sua buceta e dei mais uma chupada para prepará-la. Meu pau já estava rijo a quase 20min esperando a ação e quando coloquei, senti como se tive colocado dentro de um vulcão. Era tão quente que pensei que iria queimá-lo, estava tão molhado que o movimento de vai e vem era tão gostoso que nunca mais queria ficar 1 minuto longe de Mônica. Ficamos ali na posição de papai e mamãe até que ela me disse que não estava aguentando e que iria gozar. Nessa hora eu disse:

- Goza!! Goza para mim! Porque também vou gozar! 

E nisso a cada estocada, sentia que iria explodir. Ouvia a loira gemendo até que gritou "Aí!!!!!!!!!" seu corpo retraiu, senti que o suor na sua pele estava frio. Mas havia um problema, eu ainda não havia gozado, porém estava satisfeito por ela ter conseguindo de tal forma, era meu objetivo. Não queria perder Mônica já que passava muito tempo sem vê-la por conta do trabalho. Nessa hora, ela me diz:

- Enquanto estava fora eu aprendi um truque. - ainda meio sem ar devido ao orgasmo.
- Uau!! Por favor me mostre, vou tirar as algemas. - muito ansioso.
- Não precisa, querido. Fique do jeito que está, com seu pau gostoso dentro de mim.

Do nada ela começa a fazer movimentos sua buceta, fazendo uma espécie de massagem no meu pau. Perguntei onde havia aprendido e ela respondeu que foi nas aulas de pilates, que era pompoarismo. Nunca havia passado por aquilo, e fiquei surpreso.

Depois de um tempo senti novamente que meu pau ia explodir.... e explodiu, gozei como nunca havia gozado, a cada jato na buceta de Mônica, ouvia ela gemer de leve. No fim, estava morto, cansado. Porque havia tido uma noite inacreditável. 

Mônica gaguejava ao falar. Perguntei se ela havia gostado da surpresa e ela disse:

- Adorei! Espero que na próxima vez possa te surpreender. - e riu, um sorriso diabólico que me fez sentir um arrepio na espinha.

Tirei as algemas e fomos tomar um banho gostoso. A loira, para retribui a noite me banhou, e após isso preparou a cama pra que pudéssemos dormir. 

Deitamos e ela disse:

- Promete uma coisa? 
- Dependendo do que for. - respondi
- Nunca vamos deixar nosso relacionamento cair na rotina?
- Se depender de mim não pode ter certeza que não. - e ri.
- Que bom. Pois estou com umas ideias e acho que você vai gostar. Vou fazer uma surpresa que você vai gostar!

Rimos e deitamos de conchinha. No outro dia, a vida continuou para ambos. Mas sempre que nos encontramos, tentamos deixar as coisas fora do comum.

by Senhor Silva

Apresentação

Boa noite,

Gostaria de apresentar vocês a um mundo de sexo, tesão, histórias e contos (alguns reais) que possa servir para animar vocês e ajudar a gozar como nunca gozaram.

Quero tornar a vida de vocês um pouco mais interessante e tentar fazer vocês saírem da rotina. Como podem ver sou apenas um homem comum, com emprego comum, com uma vida comum, mais um Silva, mas que muita imaginação e muito tesão.

Se quiserem mandar idéias, contos ou relatos é só enviar um e-mail para senhorsilva.contosparagozar@gmail.com